PMRv prestes a usar novo bafômetro

Etilômetro passivo já vem sendo utilizado pela PRF em Santa Catarina e, em breve, estará presente nas rodovias estaduais

Foto: Divulgação
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Lucas Renan Domingos

Criciúma

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Santa Catarina vem utilizando, a pelo menos seis meses, um novo tipo de bafômetro nas fiscalizações. O chamado etilômetro passivo detecta a presença de álcool no motorista sem que ele precise encostar a boca no aparelho. A novidade tem surtido efeitos positivos. E, em breve, deve ser utilizado pela Polícia Militar Rodoviária (PMRv) para blitze nas rodovias estaduais.

Assim projeta o chefe de comunicação de comunicação da PMRv de Santa Catarina, capitão Tiago Ghilardi. “Estamos em processo licitatório e, em breve devemos passar a utilizar aqui no Estado”, afirmou o capitão. Assim que o certame for concluído, a intenção é que todos os postos tenham pelo menos um modelo do novo bafômetro.

“Vamos distribuir no mesmo momento para todos os nossos postos em Santa Catarina para que as fiscalizações comecem assim que os policiais estejam equipados e aptos a utilizar os etilômetros passivos”, disse

Conforme ele, o dispositivo auxilia não só as fiscalizações, mas também acaba beneficiando os próprios motoristas. “Muito por conta da agilidade. É muito mais prático, a pessoa nem precisa sair do carro para fazer a aferição. A PRF já vem utilizando e tem funcionado muito bem”, acrescentou Ghilardi.

O novo bafômetro tem recebido elogios de quem esta a tempos fiscalizando com o equipamento, como é caso da PRF. Segundo o chefe substituto do núcleo de comunicação da PRF, Adriano Fiamoncini, o maior benefício é o tempo e a quantidade de motoristas que são fiscalizados.

“Dura em média três segundos para saber se o motorista possui ou não a presença de álcool. Em uma ação, por exemplo, se o policial ficar em frente a unidade operacional com esse bafômetro, ele consegue fiscalizar todos os motoristas. Não passa nenhum. Antes, cada aferição levava até cinco minutos, isso sem levar em conta o tempo de higienização dos aparelhos mais antigos”, destacou.

Modelo serve apenas como triagem

Mas o etilômetro passivo não substitui o antigo modelo de bafômetro. Esse novo equipamento não é certificado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Então, ele serve apenas como uma triagem.

“Quando o condutor do veículo assopra, ascende uma luz verde ou vermelha. Se for verde, ele segue viagem. Vermelha, indica que ele tem uma forte suspeita de ter ingerido álcool. Assim, ele é parado e faz o teste no aparelho aferido pelo Inmetro. Nenhuma multa é feita a partir do etilômetro passivo”, salientou Fiamoncini.

O novo modelo ainda ameniza os impactos ao meio ambiente. “Como é só por aproximação, o usuário não precisa encostar a boca. Dessa forma não é utilizado as pontas de plástico que vão acopladas ao bafômetro comum e nem o plástico que reveste ele”, salientou.

* Veja matéria completa na edição desta segunda-feira, 10, do Tribuna de Notícias

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