A primeira semana do governo de Jair Bolsonaro

Polêmicas e declarações desmentidas por assessores, foram algumas das primeiras movimentações do novo governo

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A primeira semana do novo governo do País teve grande movimentação. Além dos despachos normais de um gestor, já no primeiro dia ele assinou a definição do novo salário-mínimo, empossou o primeiro escalão, entre outros. O salário-mínimo foi fixado em R$ 954, sendo 8 reais abaixo quando aprovado no Orçamento da União em dezembro. Também no dia 1º, dia da posse, editou uma medida provisória que prevê que o Ministério da Agricultura fica responsável pela demarcação de terras indígenas e quilombolas, definição da Amazônia Legal, além de atividades referentes a regularização fundiária e reforma agrária.

Foram decididas mais de 300 exonerações, avaliado um pacto político entre oposição e governo, Paulo Guedes assumiu o Ministério da Economia e a reforma da previdência e Sérgio Moro, da Justiça, que já anunciou um projeto de lei anticrime.

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A semana também foi marcada pelas polêmicas envolvendo a ministra das Mulheres e Direitos Humanos, Damares Alves, que afirmou que vai governar baseada em princípios cristãos e com prioridade na família. A declaração meninos vestem azul e meninas vestem rosa”, gerou grande controvérsia e discussão nas redes sociais.

Também aconteceu a primeira reunião ministerial. Ministros ganharam carta branca para exonerar servidores comissionados. Retirou-se a função de demarcação de terras indígenas da Funai e em seguida anunciada nova regulamentação para liberação das terras indígenas.

O presidente anunciou que deve apresentar proposta para idade mínima para aposentadoria de 62 anos para homens e 57 para mulheres.

Na sexta-feira, depois de anunciar um aumento no IOF, o presidente foi desmentido pelo secretário da Receita Federal, Marcos Cintra, afirmou que o aumento de impostos não era necessário, que também foi desmentido pelo Ministro-Chefe da Casa Civil Onyx Lorenzoni.

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