Prefeitura estuda bancar obras de esgoto na Santos Dumont

Implantação da rede de saneamento deveria ter iniciado em janeiro, mas discussão sobre contrato fez Casan recuar

Lucas Colombo
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A Avenida Santos Dumont, no Bairro São Luiz, em Criciúma, deveria ter se tornado um canteiro de obras em janeiro deste ano, data para a qual era previsto o início da instalação da rede de saneamento básico pela Casan. As máquinas, porém, nem começaram a trabalhar. Desde o começo do ano, o Município e a companhia estadual negociam mudanças no contrato de prestação dos serviços de água e esgoto na cidade e, por conta desse impasse, as obras que abrangeriam os bairros São Luiz e Michel não saíram do papel.

Agora, um novo componente pode levar a Prefeitura a encampar pelo menos parte desse serviço. Isso porque foi aprovado pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN) o financiamento internacional para a construção do Binário da Santos Dumont, que será erguido com recursos do Fundo Financeiro para o Desenvolvimento da Bacia do Prata (Fonplata). Como uma das etapas é a revitalização completa da camada asfáltica, é necessário que antes sejam concluídas as instalações das tubulações subterrâneas do saneamento.

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“Por isso que nós trabalhamos tanto no ano passado para sair a licitação da obra do esgoto, porque planejávamos que a essa altura essa parte já estivesse pronta e nós pudéssemos começar o binário. Mas, se essa situação não se resolver, nós mesmos vamos fazer a obra do esgoto. Já tenho uma conversa bem encaminhada com o prefeito Clésio Salvaro (PSDB) sobre isso”, afirma a secretária de Infraestrutura, Planejamento e Mobilidade Urbana, Kátia Smielevski.

Orçamento em análise

Em novembro do ano passado, em ato no Salão Ouro Negro, do Paço Municipal Marcos Rovaris, o representante da Casan à época, Paulo Meller, assinou a ordem de serviço para o início das obras de esgoto. Todo o pacote estava orçado em R$ 15,9 milhões e abrangeria uma população de aproximadamente 10 mil habitantes. Para realizar as obras do binário, no entanto, a Prefeitura precisará passar a rede apenas nas ruas afetadas e o estudo sobre quanto isso custará aos cofres municipais ainda não foi feito.

Matéria completa na edição desta quarta-feira do Tribuna de Notícias. 

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