Na Alesc, Julio Garcia se pronuncia sobre Operação Alcatraz

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O presidente da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), Julio Garcia, do PSD, escolheu justamente o Parlamento catarinense para falar da Operação Alcatraz, da Polícia Federal e da Receita Federal. “Não é hora de procurar culpados, não é hora de acusar ninguém. A mim compete proceder a minha defesa e vou fazê-la da melhor forma. É hora de serenidade”, falou no início do discurso.

Na sequência, Garcia falou das duas acusações centrais da operação. “A primeira é sobre eu possuir um terreno, cuja acusação é que teria sido produto de operações que são alvos centrais da operação em curso. Estamos em 2019. O terreno foi adquirido em 1994, portanto, há 25 anos. Tive problema de percurso na legalização. O proprietário morreu, teve inventário, foram longos 20 anos para que houvesse a regularização. Tal imóvel nada tem a ver com o percurso da operação’, fala.

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O segundo ponto é sobre a sua relação com um prestador de serviços da Secretaria de de Estado da Administração. “Desconheço qualquer atividade comercial desta empresa. Sou amigo do proprietário, tive convivência familiar durante 15 anos e mantenho. Não houve comprovação de qualquer episódio relacionado”, alega.

Garcia também citou o nome de Nélson Nappi, contratado por ele para ser o diretor de Tecnologia da Alesc. ” Desconheço qualquer atuação ilícita de sua parte. Não sou tão ingênuo ao ponto de, conhecendo qualquer ilicitude, de convida-lo para minha equipe. Seria menosprezar a minha inteligência”, pontua.

 

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Por: Redação
Em: Florianópolis

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