Governo do Estado define reocupação de prédios das extintas ADRs

As definições foram feitas com criteriosa análise técnica, primando pelos serviços de saúde, educação e infraestrutura

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O processo de desativação das 20 Agências de Desenvolvimento Regionais segue até o fim de abril (de acordo com o decreto 3, de 19 de janeiro de 2019). Pensando no reaproveitamento racional das estruturas e na manutenção da prestação dos serviços à população, o Governo do Estado, por meio da Secretaria da Administração, já determinou, em conjunto com a comunidade e as instituições alojadas em cada sede, as novas ocupações para os prédios públicos.

As definições foram feitas com criteriosa análise técnica, primando pelos serviços de saúde, educação e infraestrutura. Em um segundo momento, foram privilegiadas instituições estaduais que atuam nestas cidades, mas que ocupavam instalações alugadas. “A intenção da reocupação também caracteriza uma preocupação do governador com o patrimônio do Estado, já que nenhuma sede ficará obsoleta”, destaca o secretário da Administração, Jorge Eduardo Tasca.

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O Diário Oficial desta sexta-feira, 26, foram publicadas portarias que contemplam as reocupações dos prédios nas seguintes cidades: Blumenau, Chapecó, Campos Novos, Concórdia, Criciúma, Curitibanos, Itajaí, Jaraguá, Joaçaba, Joinville, Lages, Mafra, Maravilha, Rio do Sul, São Lourenço, Tubarão, Videira e Xanxerê.

Apenas em duas ADRs, que passam pelo processo de desativação, as portarias de reocupação não foram publicadas: Em São Miguel do Oeste, pois o prédio é da Casan e, em Araranguá, onde a estrutura é alugada. Neste último caso, uma renegociação recente proporcionou importante redução no valor pago pelo Estado. Em ambas, não haverá mudanças das instituições que atendem nos locais.

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