Conclusão de prédio da Medicina aguarda liberação de verba

Emenda do ex-deputado federal Jorge Boeira destinou R$ 5,5 milhões para segunda etapa da obra, mas Governo Federal ainda não disponibilizou os recursos

Daniel Búrigo (arquivo)
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Um dos pleitos pelos quais a Região Extremo Sul mais lutava se tornou realidade em 2018. Em abril do ano passado chegava a informação de que o Ministério da Educação (MEC) havia liberado início do curso de Medicina para o campus Araranguá da Universidade Federal de Santa Catarina (Ufsc). As aulas já iniciaram no segundo semestre, porém, o prédio destinado a abrigar as atividades ainda está longe da conclusão. Apenas a primeira etapa, de três programadas, foi executada.

Essa primeira fase, que abrange o “esqueleto” do prédio está nos acabamentos e foi realizada com a destinação de R$ 3,5 milhões em emendas parlamentares do ex-deputado Jorge Boeira. Para a para a segunda etapa, que compreende alvenaria e cobertura, também há uma emenda do ex-deputado, no valor de R$ 5,5 milhões, mas o Governo Federal ainda não liberou os recursos.

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“A segunda etapa está aguardando a liberação dos recursos pelo Governo Federal. O deputado Jorge Boeira já havia destinado R$ 5,5 milhões para essa fase da obra, mas a liberação ainda não ocorreu. Com essa verba nós conseguiríamos concluir a segunda e ainda iniciar a terceira etapa, que envolve a parte elétrica e os acabamentos”, comenta o diretor do campus Araranguá, Eugênio Simão.

A pauta também foi tratada na última semana, durante o Fórum Parlamentar Catarinense, que teve a presença dos três deputados federais do Sul – Daniel Freitas (PSL), Geovânia de Sá (PSDB) e Ricardo Guidi (PSD), além de parlamentares de outras regiões do estado. “Pedimos para que os deputados e demais lideranças possam pressionar o governo para que sejam liberados esses recursos que já foram reservados, mas precisam ser destinados”, conta Simão.

Mais R$ 9 milhões 

Depois de ter garantidos os R$ 5,5 milhões em conta, a luta será para conquistar os valores que ainda são necessários para deixar o prédio pronto e mobiliado. A projeção é de que sejam necessários mais R$ 9 milhões para que a estrutura possa ser considerada finalizada.

“A gente pensa em conversar com os deputados para conseguir também esses R$ 9 milhões, mas é preciso que primeiro venham esses R$ 5,5 milhões e que comece a segunda etapa”, afirma o presidente da Associação Empresarial de Araranguá e do Extremo Sul Catarinense (Aciva), André Serafin.

Matéria completa na edição desta quinta-feira do Tribuna de Notícias. 

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