Amrec estuda construção de um consórcio multifunções

Formação de nova estrutura deve ser a primeira missão de Lei Alexandre como secretário executivo da associação dos municípios

Crédito: Antonio Rozeng/Amrec
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A possibilidade de criação de um consórcio que atenda a todas as necessidades da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec) foi uma das pautas da reunião que ocorreu ontem pela manhã, no gabinete do prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro (PSDB), que ocupa também a cadeira de presidente da entidade.

Essa deve ser a primeira missão de Lei Alexandre (PP), ex-prefeito de Forquilhinha, que foi convidado oficialmente para assumir o cargo de secretário executivo da Amrec, lugar deixado por Acélio Casagrande, que agora é secretário municipal de Saúde de Criciúma. Ontem mesmo ele já visitou a sede da Amrec, instituição que presidiu em 2016, quando ainda era chefe do Executivo forquilhinhense.

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A formação de um consórcio multifunções atende à proposta feita pelo governador Carlos Moisés (PSL) às associações de municípios de Santa Catarina para que as regiões recebam recursos do governo e façam a manutenção das rodovias estaduais.

“Durante a reunião de hoje (ontem), na qual eu fui convidado para ser o secretário executivo da Amrec, os prefeitos já comentaram sobre a criação desse consórcio guarda-chuva, que seria uma opção para a gestão de recursos que venham do Governo do Estado para a manutenção das estradas estaduais”, comenta Lei.

Três estruturas atuantes

Atualmente, a Amrec possui três consórcios ativos: o Consórcio Municipal de Saúde da Amrec (Cisamrec), o Consórcio Intermunicipal de Atenção à Sanidade Agropecuária da Região Carbonífera (Ciasamrec) e o Consórcio Intermunicipal de Resíduos Sólidos Urbanos (Cirsures), esse último, porém, conta com apenas sete prefeituras associadas.

Cada um deles tem a finalidade de conquistar serviços, produtos e avanços em algum setor, mas de forma coletiva. Todos possuem uma estrutura funcional e um prefeito como presidente. A ideia é encontrar um ponto de união para que as atividades sejam centralizadas e isso facilite a realização do convênio com o Estado.

“Esse é um projeto, de ter um consórcio mais abrangente, mas é uma questão que começou a ser discutida e que precisa ser estudada, vamos ver as questões jurídicas que envolvem esse processo”, afirma Lei.

Matéria completa na edição desta quinta-feira do Tribuna de Notícias.

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