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Criciúma

Nos acasos da vida, há encontros que possibilitam traçar novos rumos na própria história. Inclusive, não existe idade ou ocasião para o amor e o companheirismo desabrocharem e proporcionarem mais alegria no cotidiano. Para Maria Cabral, de 66 anos, e João Rodrigues Garcia, de 74 anos, esses sentimentos passaram a ser vividos recentemente. O interesse de um pelo outro despertou já nas primeiras conversas que tiveram durante reuniões de um grupo da terceira idade e, desde então, a cumplicidade vem sendo cultivada pelo casal.

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Hoje será o primeiro Dia dos Namorados que eles comemorarão juntos. Mesmo com o relacionamento ainda recente, o casal encontrou, um no outro, uma parceria importante. “Nós começamos a frequentar o Grupo de Idosos e ali nos conhecemos. Isso faz uns três meses. Começamos a dançar, a conversar, enfim… Logo em seguida nos tornamos namorados. Hoje estamos felizes por termos nos encontrado”, destaca seu João.

Ambos residem no bairro Mina do Toco, em Criciúma, e frequentam o Grupo de Idosos local, promovido pela Associação Feminina de Assistência Social de Criciúma (Afasc). Apesar da proximidade geográfica que poderia os unir, até então, o casal nunca havia se encontrado. “Ele mora em uma rua do lado da minha casa, mas eu não o conhecia. Conheci os pais dele quando eu era criança, na Operária, mas ele não”, conta Maria.

Companhia na vida e na dança

A cumplicidade do casal pode ser vista nos gestos, como quando andam de mãos dadas, e nos sorrisos que exibem quando falam um do outro. Ao se ajudarem, mutuamente, a sair da solidão, eles se tornaram parceiros para diversas atividades. Uma delas, inclusive, é comentada de forma especial pelos dois. “Até então, ela não sabia dançar. Eu a convidei, mas ela disse que não sabia e eu disse que ela podia aprender. E hoje, graças a Deus, a gente dança em tudo quanto é lugar”, comenta seu João.

De acordo com Maria, o jeito mais “caseiro” foi deixado de lado e agora, sempre que possível, os dois saem para se divertir. “Como ele antes não saía para dançar e eu também não, estamos procurando lugares para sair”, diz.

Apesar de ‘bailarem’ em vários ritmos, cada um tem as próprias preferências. Enquanto João gosta mais de bolero e valsa, Maria costumava dançar twist. No entanto, isso não impede que o casal saia e se divirta, especialmente nos fins de semana.

Confira a reportagem completa na edição desta quarta-feira, 12, do jornal Tribuna de Notícias. 

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Por: Suelen Bongiolo
Em: Criciúma

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