- PUBLICIDADE -

Tiago Monte

Criciúma

- PUBLICIDADE -

Se não foi com uma grande atuação, a vitória do Tigre sobre o Metropolitano serviu para dar tranqüilidade para a sequência do trabalho. O time vinha de duas derrotas consecutivas e a pressão sobre o técnico Doriva já era grande, inclusive com cobranças do presidente Jaime Dal Farra. “Vitória importante. Nós precisávamos dessa vitória para dar tranqüilidade e também para a gente saber que precisamos melhorar. É evidente. O trabalho não é da noite para o dia. Tem coisas para melhorarmos: ser mais contundente. Estamos criando chances e perdendo gols em demasia. Isso aí é prejudicial, porque quando você faz o gol, joga com mais tranqüilidade. Então, temos que ter um aproveitamento melhor das chances criadas. Estou feliz pelo resultado”, comentou o treinador, após o jogo.

Doriva crê que o forte calor prejudicou a qualidade da partida, mas destacou que o time conseguiu se impor, apesar das dificuldades climáticas. “Estava muito quente mesmo. Os atletas sentem, eles não são máquinas. A gente que estava fora já estava sofrendo, transpirando e sem conseguir respirar direito. De qualquer forma, a equipe conseguiu impor o jogo, fez os gols e poderia ter feito mais. Não sofremos gols, não proporcionamos quase nada para o adversário, exceto uma bola no final do jogo que nós fomos frouxos pelo meio e eles definiram no gol. A equipe, dentro do que vinha apresentando, conseguiu manter a posse de bola, controlar o jogo”, enfatizou.

A forte cobrança do presidente Jaime Dal Farra, realizada na quarta-feira, não teve influência direta no desempenho dos jogadores. “Todos nós somos profissionais e temos autocrítica. Queremos fazer o nosso melhor. Nós não entramos para perder ou empatar, queremos ganhar todos, mas há circunstâncias que a gente não consegue vencer. Internamente, eu estou mais relacionado com os atletas e sinto que eles estão seguros. Claro que precisávamos dar uma resposta para nós mesmos.  A gente tá fazendo um bom trabalho”, destacou.

O momento agora é de “virar a chave” e pensar na Copa do Brasil. Ainda assim, Doriva lembra os pontos que o time deixou escapar no Catarinense. “Hoje, como mínimo, teríamos que ter 12 ou 13 pontos. Perdemos jogos que fugiram do nosso controle, como o caso do Brusque, onde dominamos completamente. O Figueirense também, mas faz parte. Temos que olhar para a frente porque esses pontos não voltam mais. Agora, temos que virar a chave para pensar na outra competição que temos pela frente”, finalizou.

-- PUBLICIDADE --
Compartilhar

NOTA: O TN Sul não se responsabiliza por qualquer comentário postado, certo de que o comentário é a expressão final do titular da conta no Facebook e inteiramente responsável por qualquer ato, expressões, ações e palavras demonstrados neste local. Qualquer processo judicial é de inteira responsabilidade do comentador.