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Tiago Monte

Criciúma

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Quando chegou ao Criciúma, Reis prometeu marcar 10 gols com o manto carvoeiro em 2019. Até o momento, em 12 jogos, já foram duas bolas na rede dos adversários. O último deles contra o Hercílio Luz, na quarta-feira. “Fui feliz no chute. Fui dar o passe para o Andrew, mas o zagueiro interceptou, vi que estava aberto e chutei, acho que pegou no zagueiro e entrou. Foi um gol de suma importância porque a gente sabe a dificuldade que é fazer um gol, então, deu mais tranquilidade para que pudéssemos ampliar o placar depois”, lembrou Reis.

Empolgado pelo gol marcado diante do time da Cidade Azul, o atacante rememorou a bola na rede anotada contra o Marcílio Dias, o mesmo adversário de amanhã. Reis quer repetir a dose. “Pode ser considerado um dos mais bonitos, mas tem outros também que vale a pena lembrar, que foram muito bonitos. Foi um jogo onde a gente estava com dificuldade, dei uma bela arrancada e pude finalizar muito bem. Espero marcar novamente contra eles e atacante precisa de gols. Queremos nos classificar para as semifinais, esse é o nosso objetivo”, ressaltou.

Mesmo sendo um atacante que atua preferencialmente pelos lados do campo, o jogador está ciente da pressão para marcar gols. O atleta costuma fazer uma avaliação do desempenho em campo e sabe que precisa balançar as redes para cumprir com o objetivo em campo. “Todo jogador precisa ter autocrítica, independente se está marcando ou não. Todos nós sabemos que atacantes e meias vivem de gols e a primeira crítica tem que vir da gente. Eu sou dessa maneira e meus companheiros, creio que são a mesma coisa. Temos que nos cobrar, independente se está jogando ou não. Nós temos que fazer gols. É inadmissível a pessoa que não se cobra porque só é cobrado quem pode dar algum retorno. Ninguém cobra de quem não pode dar nada”, pontuou.

Jogando em novo posicionamento

Com a preservação de Pedro Bortoluzo, Doriva colocou um time disposto de forma diferente, contra o Hercílio Luz. Reis atuou mais centralizado com Julimar e Andrew pelos lados. O atacante se sentiu bem na função, pois começou a carreira como meia. “Já tive oportunidade de jogar assim. Onde eu iniciei a minha carreira, eu era meia-atacante, jogava bem próximo da área, onde eu pude ter a minha transferência depois para um time de Série A, que foi o Atlético, e eu me sinto bem jogando perto da área, onde eu posso finalizar e fazer jogadas”, comentou.

A oportunidade de atuar com jogadores mais jovens como Ceará, Reinaldo e os próprios Julimar e Andrew faz com que Reis oriente as promessas carvoeiras. “Eu sempre converso com eles: Julimar e os meninos que vêm entrando. Às vezes, a gente não sabe o potencial que temos e a oportunidade que temos. Ele, com 18 anos, está jogando no Criciúma, como titular, e para ele é extraordinário. Para mim, também é fantástico, mas mais para ele ainda porque é muito novo. Ele tem que aproveitar cada oportunidade como se fosse a única”, enfatizou.

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