- PUBLICIDADE -

Tiago Monte

Criciúma

- PUBLICIDADE -

Em 2018, a avaliação de boa parte da imprensa e da torcida do Tigre é que o time não decolou devido à falta de um centroavante. Até a chegada de Léo Gamalho, a equipe sofria com o mesmo problema. Entretanto, a partir do dia 3 de abril, quando o jogador estreou com o manto carvoeiro, a história começou a mudar. De lá para cá, ele já balançou a rede três vezes, sendo que o primeiro jogo como titular foi exatamente contra o Guarani, na terça-feira. “É uma boa chegada. Não finalizei muito ainda, a gente não tem conseguido volume ofensivo forte, mas sempre é mais difícil entrar no decorrer do que sair jogando. Vais ser uma crescente, espero que possa corresponder e ajudar meus companheiros cada vez mais”, ressalta o jogador, em entrevista coletiva.

 

Sem jogar por quatro meses, Léo sabia que o começo no Criciúma seria complicado e aproveita para citar outros atletas que retornaram do futebol estrangeiro e que também sofrem com a adaptação. “Se pegar, no passado recente, o Tardelli veio para o Grêmio, depois de um tempo jogando fora do país, e está em dificuldade. Pato, Hernanes, quando voltaram de fora do país não encontraram situação favorável. O meu caso é ainda pior, já que não fiz pré-temporada. Cheguei numa situação complicada do clube na catarinense, tudo foi às pressas e acabei sentindo um pouco a questão muscular e joelho”, lembra o centroavante.

Ele acredita que está entre 60 e 70% da questão física. “Estava dentro da normalidade, mas não é normal, pra mim, me machucar e ficar de fora. Espero que esse ritmo venha aumentar cada vez mais pra eu me condicionar e poder ajudar 100%, mas estou 60, 70% da questão física, bem melhor do que quando cheguei aqui”, comenta o camisa 99.

 

-- PUBLICIDADE --
Compartilhar

NOTA: O TN Sul não se responsabiliza por qualquer comentário postado, certo de que o comentário é a expressão final do titular da conta no Facebook e inteiramente responsável por qualquer ato, expressões, ações e palavras demonstrados neste local. Qualquer processo judicial é de inteira responsabilidade do comentador.