Tigre: Hora de recarregar as baterias

Após um forte ritmo, até a pausa para a Copa América, atacante Reis considera que o momento é de recuperação, principalmente na parte física, para embalar na Série B

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Tiago Monte

Criciúma

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O grupo de jogadores do Criciúma está recuperando as energias para a sequência da Série B. Com um forte ritmo, que começou em meados de janeiro, com o Campeonato Catarinense, a pausa para a Copa América veio em boa hora. O atacante Reis considera, inclusive, que perdeu rendimento devido ao cansaço. “Creio que joguei a maioria dos jogos, no Estadual, e estava cansado. Isso é nítido. Você não atinge o ápice do trabalho quando está cansado. Então, é normal perder um pouco do rendimento, todos sabem e veem”, comenta.

A perda de desempenho ocasionou a ida do jogador para o banco de reservas, mas Reis considera a saída como algo normal. “O professor optou por me deixar no banco e isso, para mim, é sadio também. Você tem que aprender a lidar com essa situações, trabalhar mais ainda para voltar ainda mais focado”, pontua.

Mesmo voltando ao time apenas nas últimas partidas, o atacante considera que 2019 está sendo um dos melhores anos da carreira dele. “Eu creio que é um dos melhores anos para mim, porque iniciei bem o Catarinense. Perdi espaço, mas isso faz parte, o treinador mudou e ele precisava fazer as alterações que ele queria. A gente tem que seguir trabalhando, independente de estar jogando ou não, mas está sendo um ano valioso e de aprendizado. Creio que, no final, vamos concretizar bem para comemorar o acesso”, ressalta.

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