Tigre: Em busca de “dois ou três” reforços

Essa é a previsão do diretor de futebol do Criciúma, João Carlos Maringá, para a sequência do Tigre na Série B

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Tiago Monte

Criciúma

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Ainda antes da vitória do Criciúma diante do Brasil, em Pelotas, o diretor de futebol do clube, João Carlos Maringá, fez a projeção de quantos jogadores devem ser contratados para a sequência da Série B: “dois ou três”, garante ele. Isso sem contar a chegada do volante Foguinho, que vem do Caxias e deve se apresentar ainda antes do dia primeiro.  As posições não são reveladas pelo dirigente, mas, nos bastidores, fala-se em um lateral esquerdo, um meia de ligação que atue com velocidade e um atacante para jogar pelos lados do campo.

Zé Augusto e Gabriel Honório foram dispensados pelo clube, nas últimas semanas, além deles, outros jogadores devem deixar o Criciúma, mas Maringá trabalha para não onerar o caixa do clube. “Temos algumas necessidade e o torcedor fica angustiado com a liberação de atletas. Hoje, o futebol dá muitos direitos aos atletas. Mandar embora é fácil, mas estamos tentando liberar sem custos. Eu e o Kleina conversamos muito e estamos ponderando situações com o presidente”, ressaltou. Uma situação estudada é a devolução de jogadores emprestados e que não estão sendo utilizados, porém, na maioria das vezes, o clube de origem pede ressarcimento. Outra forma estudada é o repasse dos atletas para clubes das Séries C e D do Brasileirão.

O clube pode disputar dois jogos amistosos no Paraguai. Houve o convite de dois clubes ao Tigre e a resposta deve acontecer nos próximos dias. Caso a ida não aconteça, o Criciúma jogará contra clubes catarinenses, mas o certo é que dois amistosos serão realizados.

A restrição orçamentária impede grandes contratações e o diretor desabafa no pedido de auxilio aos empresários da cidade. “Eu tenho muito respeito pela torcida do Tigre, aquele mais humilde ou que tem mais dinheiro, mas que paga ingresso e vai ao estádio. Eu vejo o Jaime muito sozinho no processo e ninguém investe no clube. Não vejo empresários investindo no clube. Ninguém coloca uma placa de publicidade de 2 mil reais: não tem patrocínio no estádio e no CT”, comenta Maringá.

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