Tigre: Aumento no orçamento mensal

Com 55 anos, Maringá jogou no Criciúma em 1994 e agora volta com a missão de levar o clube para a Série A

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Tiago Monte

Criciúma

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Para que o Criciúma tenha chance de subir para a Série A, o investimento precisará ser aumentado. Esse foi o recado dado pelo novo diretor executivo de futebol, João Carlos Maringá. Nada muito substancial, ou seja, tudo pode ser resolvido eliminando a Chapecoense da Copa do Brasil e embolsando mais R$ 1,8 milhão para o caixa do clube. Hoje, a folha do Criciúma gira em torno de 700 mil reais mensais. O dirigente acredita que com 800 ou 900 mil reais por mês para gastar com salários de jogadores conseguirá ser candidato ao acesso. “O Vitória, Sport Recife e a Ponte Preta devem ter orçamento maior que esse. Mais um ou dois clubes. Se a nossa ambição é a de subir, o ideal seria ter um pouco de dinheiro a mais. Por isso, esse jogo contra a Chapecoense, na Copa do Brasil, passa a ser fundamental nas nossas pretensões, devido à premiação da competição. Então, você tem 700 mil para gastar de folha, daqui a pouco consegue acrescentar mais uns 100 mil. Assim, passa a ser um confronto importante para que a gente consiga chegar em uma folha de 800 ou 900 mil reais, que eu acredito que é o ideal, pensando em Série B e subir”, explicou.

Porém, Maringá já conseguiu acessos com uma folha salarial menor. Na Chapecoense foi assim. Por isso, o dirigente não descarta conseguir levar o Criciúma para a Primeira Divisão pagando até menos por mês para atletas. “Já tivemos a experiência de fazer mais com menos. É nisso que eu confio. Sempre que tivemos acessos com a Chapecoense, nunca fomos as maiores folhas, pelo contrário. Na Série B, quando subimos, acho que era a 13ª folha e chegamos em segundo lugar. Então, esperamos, juntamente com a comissão técnica que vier, fazer o Criciúma render, mesmo que não esteja entre as cinco ou seis folhas maiores. Não tem como o clube não ter pretensões de voltar à Série A. E nós temos essa intenção. Não estou garantindo nada, mas estou falando que vamos fazer tudo o que tiver ao nosso alcance para tentar resgatar o Criciúma vencedor e colocar na Série A. Vontade não pode faltar”, pontuou.

Um Criciúma brigador e guerreiro em campo

Maringá fez questão de exaltar as características que espera dos jogadores: brigadores, guerreiros e que sofram com e pelo time. “Se a imprensa, torcida e diretoria sofrem na derrota, o jogador tem que sofrer também. O Criciúma não vai ganhar todos os jogos, mas, quando perder, o torcedor tem que ver que o time lutou no limite”, ressaltou.

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