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Tiago Monte

Criciúma

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O sinal amarelo está ligado para o Tricolor Carvoeiro. E para que a situação não fique ainda pior, o time treinado por Doriva precisa vencer o Metropolitano, de Blumenau, neste sábado, às 17 horas no Majestoso. Após perder o clássico para o Avaí, o Tigre caiu para a sexta posição do Catarinense e soma duas derrotas em sequência. Desta forma, apenas os três pontos darão fôlego novo para o técnico do time que está pressionado no cargo. “A gente sabe o meio que está inserido, que é um meio de pressão, mas eu não mudo a minha maneira de pensar futebol. A gente está cobrando, incentivando e trabalhando, principalmente, para que os gols possam acontecer, mas que a gente não mude nossa maneira de jogar”, comentou o treinador.

O comandante carvoeiro sinalizou que a equipe seguirá jogando no 4-3-3 e procurando o gol a todo momento. O time, entretanto, precisa atrelar desempenho com resultado. “Que a gente continue sendo uma equipe que propõe o jogo, que quer a bola o tempo todo. Então, eu não mudo o meu conceito de futebol porque eu entendo que é a melhor maneira de jogar, mas precisamos ter um aproveitamento melhor. Eu sempre vou querer que a minha equipe tenha a bola. Óbvio que você tem que atrelar performance com aproveitamento. Não adianta fazer bons jogos, como a gente fez, e não fazer os gols. A gente precisa ter o resultado atrelado a esse jogo de posse de bola”, destacou.

A cobrança feita pelo presidente Jaime Dal Farra, na quarta-feira, aos jogadores também foi compreendida por Doriva e ele sabe que o time precisa da vitória para que ele não corra riscos de perder o emprego. “A gente se sente cobrado também. Eu faço parte do elenco e entendo a posição do nosso presidente: não é fácil acreditar nos profissionais, nos atletas e na comissão e o resultado não vem. Esse tipo de cobrança é natural do futebol. Cabe a nós fazermos um grande jogo e vencer o Metropolitano. O mais importante nesse momento é a vitória”, pontuou.

Campeonato Catarinense – Turno – 7ª Rodada

09/02 (sábado) – 17 horas – estádio Heriberto Hülse

CRICIÚMA

Bruno Grassi (Luiz); Carlos Eduardo, Federico Platero, Sandro e Marlon; Eduardo, Gabriel Henrique e Daniel Costa; Reis, Pedro Bortoluzo e Ceará. Técnico: Doriva

METROPOLITANO

Igor; Paulinho, Café, Clau e Jefinho; Leandro Melo (Zé Vitor), Negueba, Ângelo e Ruan Oliveira; Ari Moura e Trípodi (Júnior Pirambú). Técnico: Abel Ribeiro

Arbitragem: William Machado Steffen; Auxiliares: Henrique Neu Ribeiro e Gizeli Casaril

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