Tigre: Ansiedade para voltar aos jogos

Com grande período de treinos, jogadores do Criciúma esperam com bastante expectativa pelo retorno das disputas oficiais

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Tiago Monte

Criciúma

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Atletas profissionais têm a necessidade de atuar em partidas oficiais. O espírito de luta e competição move os atletas. Com 19 dias apenas para treinar, o zagueiro Federico Platero já está com saudade dos confrontos pela Série B. “Da vontade de voltar rapidamente para jogar a competição oficial. Jogador precisa atuar, então, agora vamos trabalhar pensando no retorno. Queremos continuar como no último jogo, diante do Brasil de Pelotas”, comenta o defensor.

Mesmo assim, o uruguaio valoriza o tempo para treinamento e acredita que a comissão técnica terá tempo para ajustar o esquema tático até o retorno das disputas pela Segunda Divisão. “Acaba sendo válido para todos os times e para o Criciúma não é diferente. A comissão tem tempo de treinar a parte tática e técnica. A gente consegue trabalhar fisicamente também. É um bom tempo para trabalhar e também encaixar o espírito do time. Eu acho que são bons dias para trabalhar”, pontua Platero.

Atuando pela primeira vez no futebol brasileiro, o jogador acredita que está conseguindo se adaptar ao estilo da Série B, que ele considera muito difícil e disputada.“Tem muitos jogos e viagens longas. É complicado porque tem bons jogadores e uma excelente competição. Está sendo uma experiência muito boa que estou acostumando. Estou bem adaptado”, comenta.

Expectativa de atuar mais

O jogador chegou a ficar entre as últimas opções do técnico Gilson Kleina. Platero teve uma lesão, ainda no Campeonato Catarinense, e perdeu espaço para Sandro, Derlan e Léo Santos. Diante do Brasil, de Pelotas, acabou jogando devido às ausências de dois colegas. Ainda assim, Platero acredita que o grupo é mais importante que a parte individual. “A gente tem que acreditar sempre que vai jogar. Assim temos que trabalhar. Eu trabalhava para jogar, é difícil ficar fora, é verdade, mas aqui temos um grupo e não individualidades. Ninguém é mais importante que ninguém. Esse é o espírito do time”, enfatiza.

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