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Tiago Monte

Nova Veneza

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O “maestro“ das conquistas do Metropolitano, de Nova Veneza, no futebol não-profissional em 2018, seguirá no clube neste ano. O técnico Jean Reis renovou contrato com o clube por mais essa temporada. “Na realidade, isso já foi acertado há uns 10 dias e o clube adotou a divulgação pelas redes sociais”, enfatizou.

Desde janeiro, o clube tem um novo mandatário: Maycon Minatto Michels. Com a saída de Jade Barbosa, os recursos para investimentos reduziram em 35% e esse é um dos desafios do treinador: manter a performance vencedora com valores financeiros inferiores. “Vai ser difícil, sabemos das dificuldades, mas vamos nos adaptar. Eu trouxe o Maycon para participar da gestão da Jade e fiquei com o compromisso de ajudá-lo neste ano. Só fiz a ressalva de que ele teria que manter a equipe competitiva”, destacou.

Jean atua também como consultor de projetos do clube. Ele dá ideias e desenvolve projetos para que o Metropolitano se perpetue no futebol amador. “A gente está trabalhando para fortalecer cada vez mais a marca do Metrô e, ao mesmo tempo, buscar recursos para manter o clube no auge”, ressaltou.

Com seis títulos conquistados em dois anos no clube, entre eles o Sul Brasileiro de Amadores – conquista que faltava na galeria do Metrô – Jean sabe que precisará trabalhar ainda mais para manter os jogadores motivados. Entretanto, ele já tem o planejamento traçado do que fazer para atingir os objetivos. “Vamos trabalhar diferente com cada um. É a hora de valorizarmos o nome do atleta, o ego deles, para que eles queiram deixar os nomes registrados não apenas na história do Metropolitano, onde já estão, mas também no futebol amador de Santa Catarina e do Brasil. Para isso, só conquistando cada vez mais títulos”, pontuou.

Uma história de 18 anos na profissão

Casado com Renata, pai de Ana Júlia e Lucas, Jean é técnico desde 2001, quando recebeu um convite do então Capitão (hoje Coronel) Cabral, para trabalhar no projeto Anjos do Futsal. No campo, Reis seguiu os passos do técnico Nadinho, mas tem Walter Ghislandi, ex-técnico do Metrô, como grande professor. “Aprendi muito com as palestras dele e com o modo de agir com o jogador. Ele me ajudou muito na parte tática também. Há dois anos, quando teve a saída da família Ghislandi do comando do Metropolitano, a Jade me colocou ‘na prensa’: só viria para o clube se eu assumisse o time. Assim, acabei aceitando o convite e deu certo. As conquistas mostram isso: foram sete competições e ganhamos seis. Está de bom tamanho”, finalizou Reis.

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