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Marciano Bortolin

Criciúma

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Há menos de um mês o torcedor do Criciúma tinha poucos motivos para sorrir. Sonhar com algo mais promissor como estar entre os quatro melhores do Campeonato Catarinense e chegar mais longe na Copa do Brasil eram quase uma utopia. Porém, alterações feitas pela diretoria, principalmente com a chegada do técnico Gilson Kleina e do executivo de futebol, João Carlos Maringá, fizeram os ventos mudar de direção. Depois da classificação para as quartas de final do Estadual, o Tigre busca às 19h15min de hoje, diante do seu torcedor, avançar também na Copa do Brasil. Do outro lado está a Chapecoense, outro semifinalista do Catarinense, que tem a vantagem por ter vencido o jogo de ida por 3 a 2 na Arena Condá. Vitória do Tricolor por um gol de diferença leva a decisão da vaga para os pênaltis, já se empatar, quem segue na competição é o time do Oeste.

Para quem gosta, os números das últimas partidas podem deixar o torcedor Carvoeiro ainda mais otimista. Desde que se enfrentaram pelo primeiro jogo da Copa do Brasil, no dia 27 de março, o Criciúma não sabe o que é perder: são três vitórias em três jogos do Estadual. Já a Chape, venceu uma, empatou outra e ainda amargou uma derrota. O retrospecto deste período também favorece o Criciúma nos gols sofridos, aliás, o Tigre Tricolor do Heriberto Hülse não sabe o que é buscar a bola nas próprias redes. Já a Chapecoense tomou cinco gols nas últimas três partidas. 

O goleiro Bruno Grassi credita estes números positivos ao equilíbrio da equipe e diz que a defesa começa no ataque. “Isso facilita. Em um todo, a equipe está muito bem defensivamente e a prova disso são os três jogos sem tomar gols”, enfatiza.

O goleiro, que será titular mais uma vez nesta noite, diz que a equipe sofreu os gols na partida de ida porque não entrou “ligada” em campo. “A gente não entrou como a gente entra normalmente, não sei dizer o por que. Naquele primeiro tempo fomos bem abaixo, tivemos a conversa no intervalo e voltamos mais ligados. Agora é outro jogo e vamos buscar o objetivo desde o começo, que é a classificação”, conta.

Um Tigre com identidade

Para o jogador, o time passou a ter uma identidade de alguns jogos para cá. “As coisas se encaixaram, o time passou a jogar como um todo, em um bloco e não em dois. O Kleina conseguiu implementar isso e tem nos ajudado. A nossa identidade é um time que marca muito e joga com a bola no chão. Vamos marcar forte como viemos fazendo e jogar com paciência para procurar o gol”, pontua.

O último treino antes do jogo, realizado pelo técnico Gilson Kleina ontem pela manhã foi com portões fechados, mas o provável time deve ter, além de Bruno Grassi; Maicon, Sandro, Derlan e Marlon; Jean Mangabeira, Eduardo e Caíque, ou Daniel Costa; Reis, Vinícius e Léo Gamalho.

Ajuda da arquibancada

Os bons resultados recentes despertaram novamente o interesse da torcida pelo time, como foi visto com a “invasão a Tubarão”, registrada no último domingo, no duelo diante do Hercílio Luz. E hoje, mais uma vez, os torcedores serão fundamentais, salienta Grassi. “Eu sempre disse que antes conhecia o Criciúma pela torcida fervorosa e que apoia o time. Vimos em Tubarão. Foi bonito de ver. Nos apoiaram do início ao fim. E agora precisamos muito do apoio novamente. É um jogo difícil, mas temos condições de vencer”, completa.

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Por: Marciano Bortolin
Em: Criciúma

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