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Tiago Monte

Criciúma

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Após as saídas de Doriva e Nei Pandolfo, o presidente do Criciúma, Jaime Dal Farra, deixou claro que procurava por profissionais que “conhecessem a casa”. Ou seja, que tenham algum tipo de ligação com o clube. Ele cumpriu a promessa ao anunciar João Carlos Maringá como novo Diretor Executivo de Futebol. Com 55 anos, o atual dirigente foi jogador no Criciúma, em 1994, e esteve bem próximo de voltar ao clube ainda na gestão de Antenor Angeloni.

Confirmado como substituto de Nei Pandolfo, Maringá confessou que foi sondado, em 2018, para trabalhar junto com o antecessor. Na época, ele seria Gerente de Futebol. “Cheguei a conversar com o Jaime na minha saída da Chape e, naquele momento, fazer um trabalho junto com o Nei Pandolfo, e, a pedido meu, solicitei que ficasse apenas o Nei. Ele é um grande profissional e, chegar no meio de um campeonato, eu poderia mais atrapalhar do que ajudar”, confidenciou.

Por diversas vezes, durante a entrevista coletiva concedida na tarde de ontem, o novo diretor repetiu o mantra que terá no Criciúma: “Resgatar o Criciúma vencedor”. Esse é o principal objetivo de Maringá. “O Criciúma, pelo tamanho da cidade, tem uma história linda em Campeonato Brasileiro. Vários acessos, sempre jogando a Série A, Série B, mas sempre com bons resultados e com um time que leva a torcida ao estádio para torcer de verdade. Nós temos que fazer um time para resgatar o Criciúma vencedor, esse é o meu desafio daqui para frente”, comentou.

Foco inicial na busca pelo treinador

Maringá chega com uma missão: contratar o novo técnico do Criciúma. Sem muito tempo para perder, o dirigente quer acertar o nome até o final desta semana, mas gostaria mesmo de ter a confirmação do sucessor de Doriva até quarta-feira. Tudo isso visando a preparação para os jogos da Copa do Brasil. “O Criciúma quer um técnico ganhador, assim como definiu por um Executivo vencedor. Esperamos definir o nome, nos próximos dias. Nós temos um tempo, mas não muito. Temos a Copa do Brasil se aproximando e ela é muito importante na parte financeira. Mexeria com o segundo semestre do clube, caso passe pela Chapecoense. E o Brasileiro, que restam uns 40 dias para começar, mas é muito rápido para chegar. Então, se nós conseguirmos definir até o meio da semana, no máximo no final de semana, o nome seria muito bom para nós iniciarmos bem o nosso trabalho”, explicou.

Waguinho Dias, Gilson Kleina, Paulo Comelli e Gilmar Dal Pozzo. Esses foram os nomes ventilados, até o momento, como possível comandante. Maringá conhece bem Dal Pozzo e Kleina, pois trabalhou com ambos na Chapecoense. Entretanto, não ventila nenhum nome com mais força. “Eu trabalhei um bom tempo com o Gilmar Dal Pozzo. Nós tivemos todos os acessos na Chapecoense juntos. Trabalhei com o Kleina, aliás, em um trabalho maravilhoso, no ano da reconstrução da Chapecoense, fomos oitavo colocados no Brasileiro. São os dois treinadores que conheço mais. O Waguinho está fazendo um excelente trabalho no Marcílio Dias. Ele fez um trabalho consistente no Inter de Lages, fez um bom trabalho no Tubarão, agora no Marcilio também. Paulo Comelli não tive a oportunidade de trabalhar, mas também é indiscutível. Um bom treinador. Então, todos os nomes citados são bons treinadores, mas eu cheguei na empresa do presidente era 10 e pouco da manhã e a gente teve pouco tempo para falar sobre isso. Temos as nossas prioridades para começarmos a negociar”, resumiu.

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