Procon de Criciúma questiona ANP sobre preço da gasolina

Foto: Lucas Colombo/Arquivo/TN
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Marciano Bortolin

Criciúma

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Após quase duas semanas do anúncio da Petrobras com relação à queda no preço da gasolina tipo A em 7,2% e 6% no diesel, o menor valor praticado por estabelecimentos de Criciúma é de R$ 4,09, segundo novo ranking realizado pelo Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) e divulgado ontem.

Conforme o levantamento, a maior queda em um posto da cidade, desde a divulgação da Petrobras, foi de R$ 0,20. Devido a isso, o órgão elaborou ofício que foi entregue ao Núcleo Regional de Porto Alegre da Agência Nacional do Petróleo (ANP), questionando se haveria alguma razão ou motivo plausível, dentro da legalidade, que justificasse esta discrepância em desfavor a qual tem se submetido o consumidor da cidade. “Questionamos também qual é a base de cálculo, como tributos, frete, formulação, lucro que as distribuidoras aplicam em cima da Gasolina A para revenda aos postos de combustíveis de Criciúma”, descreve o texto.

Em 2016, a Petrobras adotou por política de preços a respeito da gasolina a fixação conforme os valores praticados pelo mercado, ocorrendo oscilações, até mesmo diariamente. “Por conta da atual política de preços, nos aproximados sete meses em que a pesquisa é realizada, o litro da gasolina já chegou a ser comercializado por R$ 3,50 no início do mês de fevereiro de 2019, sendo que, atualmente, após diversas oscilações a maior é, na média, comercializado por R$ 4,37 o litro”, fala o coordenador do Procon, Gustavo Colle.

Nos últimos 15 dias, a estatal realizou reduções do preço médio da gasolina nas refinarias que se aproximam de 15%, todavia, desde os anúncios das reduções gradativas, a diminuição que chegou ao consumidor de Criciúma foi de aproximadamente 3%. “A nossa principal intenção é saber porque a Petrobras anuncia uma determinada porcentagem para a distribuidora e aos consumidores chega 3%. Qual a matemática que está sendo aplicada? Como funciona a base de cálculo? Além disso, questionamos porque Criciúma tem o combustível mais caro que os municípios vizinhos”, pontua Colle.

*A reportagem completa você confere no Tribuna de Notícias desta quinta-feira, dia 13.

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Por: Marciano Bortolin
Em: Criciúma

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