Economia & investimentos: “Vai dar namoro”

Tema não muito comentado, o chamado “contrato de namoro” tem ajudado muitos casais a “blindarem” seus bens pessoais. Trata-se de um documento registrado no Tabelião de Notas como escritura pública, ou contrato particular, e que tem como principal objetivo proteger os bens do casal de namorados.

- PUBLICIDADE -

O namoro é um costume social no qual as partes estabelecem uma relação amorosa sem compromisso futuro, apenas com intuito de viver o amor entre ambos.

Tema não muito comentado, o chamado “contrato de namoro” tem ajudado muitos casais a “blindarem” seus bens pessoais. Trata-se de um documento registrado no Tabelião de Notas como escritura pública, ou contrato particular, e que tem como principal objetivo proteger os bens do casal de namorados. Serve para declarar que um relacionamento não é uma união estável, que não há intenção de constituir família naquele momento e que não haverá divisão de patrimônio no caso de término da relação. Ou seja: é uma prova de proteção patrimonial para as partes caso o namoro não dê certo.

- PUBLICIDADE -

As relações humanas nos tempos atuais têm se modificado de forma mais rápida do que a evolução das leis. Felizmente, no Brasil, nossos tribunais têm conseguido acompanhar várias dessas mudanças vindo a reconhecer vários tipos de relação não previstos em lei. “O que as pessoas ainda não percebem é que a complexidade dessas relações pode trazer consequências patrimoniais não desejadas, como partilhar bens adquiridos durante um mero namoro porque um dos parceiros resolveu considerar a relação como união estável. E as pessoas só se dão conta disso quando o relacionamento vai mal ou já acabou. Daí a importância de pensar no assunto quando as coisas ainda estão começando e estão bem. E sem esquecer que tratar desses assuntos não tem nada a ver com o amor. Persistindo o amor, o casal terá muito o que partilhar além dos bens”.

-- PUBLICIDADE --
Compartilhar

NOTA: O DN Sul não se responsabiliza por qualquer comentário postado, certo de que o comentário é a expressão final do titular da conta no Facebook e inteiramente responsável por qualquer ato, expressões, ações e palavras demonstrados neste local. Qualquer processo judicial é de inteira responsabilidade do comentador.