Economia & Investimentos: “Consórcio ou Financiamento? Qual a melhor opção?”

Para a tomada dessa decisão o primeiro fator a ser levado em consideração é a urgência que você tem para a aquisição de um bem, sendo ele, um imóvel, um carro, ou um serviço.

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MARIA TEREZINHA MILANEZ
ASSESSOR DE INVESTIMENTOS

Para a tomada dessa decisão o primeiro fator a ser levado em consideração é a urgência que você tem para a aquisição de um bem, sendo ele, um imóvel, um carro, ou um serviço.
No consórcio não existe pagamentos de juros, o valor da cota é definido com base no valor do bem, no prazo e na taxa de administração cobrada.

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Esta é a principal diferença entre o consórcio e os financiamentos tradicionais: o não pagamento de juros. Entretanto o bem desejado só poderá ser adquirido quando o consorciado for sorteado, o que pode ocorrer da primeira até a última assembleia do grupo. Existe a possibilidade de se ofertar lances para aumentar as chances de sorteio, mas é importante ler atentamente as condições do plano que se pretende adquirir para evitar surpresas desagradáveis.

No final de um grupo de consórcio, a administradora deve conciliar o saldo restante e, em havendo sobras de capital, o mesmo deve ser distribuído entre os membros do grupo, proporcionalmente ao valor pago. Em contrapartida, se o grupo for deficitário, os consorciados serão chamados a cobrir o prejuízo. Por isso a importância de conhecer a capacidade e a solidez da administradora, podendo haver inclusive o risco de falência da empresa.

Nos financiamentos é importante pesquisar a taxa efetivamente contratada e se não existem taxas ocultas sendo cobradas embutidas nas parcelas.

Nunca é demais lembrar que para aquisição de um bem a primeira alternativa deve sempre ser poupar o dinheiro, investindo-o durante o período de acumulação para receber juros, reduzindo assim o tempo e o esforço para pagamento do bem.

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