Economia & Investimento: “Preservando o Patrimônio na relação”

A melhor forma de proteger um patrimônio já constituído passa pela escolha do regime de casamento e, os dois regimes mais adequados são a comunhão parcial de bens e a separação total.

- PUBLICIDADE -

Nós, latinos, somos um povo muito emocional e trazer à tona, antecipadamente, a discussão sobre o tema patrimonial, nem sempre é um tópico fácil em um relacionamento. Porém, extremamente necessário para quem tem o planejamento como ferramenta de vida.
A melhor forma de proteger um patrimônio já constituído passa pela escolha do regime de casamento e, os dois regimes mais adequados são a comunhão parcial de bens e a separação total.

A comunhão parcial de bens é o regime onde existe a comunicação dos bens adquiridos na constância do casamento excluindo-se os bens que os cônjuges já possuíam até o casamento, ou que tenham sido adquiridos por causa anterior e alheia, como doação, sucessão ou exclusivamente com valores pertencentes a um dos cônjuges. É considerado o regime “automático” no Brasil, adotado caso não haja manifestação por outro regime.

- PUBLICIDADE -

Na separação total de bens não há comunicação de bens em decorrência do matrimônio. Nesse regime, os bens permanecerão sob a administração de cada cônjuge, podendo ele alienar ou dar em garantia em operações sem a ciência do outro, assim permitindo mais liberdade nas movimentações patrimoniais.

Importante resguardar a parte “liquida”, ou seja, o dinheiro, a qual convém manter segregada das movimentações diárias, pois uma vez misturada, terá difícil separação.
Todos os regimes não retiram o direito do cônjuge em sua falta, com filhos ou sem eles. O cônjuge sempre terá algum direito. O planejamento, no entanto, blinda o patrimônio em possíveis desacordos na vigência do casamento e, no felizes para sempre, estariam vigentes os mesmos motivos que os levaram a união.

Os conflitos são inerentes às relações humanas e antecipar algumas soluções só as tornam mais objetivas e racionais.

-- PUBLICIDADE --
Compartilhar

NOTA: O DN Sul não se responsabiliza por qualquer comentário postado, certo de que o comentário é a expressão final do titular da conta no Facebook e inteiramente responsável por qualquer ato, expressões, ações e palavras demonstrados neste local. Qualquer processo judicial é de inteira responsabilidade do comentador.