Clésio Salvaro assume presidência da Amrec

Antes da posse, o atual presidente, Hélio Roberto Cesa, o Alemão, inaugura as obras de acessibilidade da sede

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A Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec) realiza na próxima quinta-feira, 14, a posse da nova diretoria executiva. O prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro, assume a presidência, substituindo o atual, o prefeito de Siderópolis, Hélio Roberto Cesa, o Alemão. Antes, Alemão fará a inauguração das obras de ampliação a acessibilidade do prédio. Às cerimonias estão agendadas para iniciar as 17h30min.

Salvaro será 36º presidente da entidade, o sexto prefeito de Criciúma a assumir a Associação dos Municípios, que já foi comandada por Altair Guidi (91 e 92), Eduardo Moreira (93 e 96), Paulo Meller (2000), Décio Goes (2003) e Anderlei José Antonelli (2006 e 2008).

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O prefeito de Criciúma comentou dizendo que a Associação desempenha um importante papel no fortalecimento da região. “A entidade cumpre um papel muito importante para as cidades que fazem parte da região. É um meio eficaz para ampliarmos as discussões de assuntos relevantes, que interessam aos moradores e que geram uma cooperação intermunicipal por meio da Amrec. Ter uma associação atuante é um privilégio para o Sul de Santa Catarina. Com certeza, vamos dar continuidade ao excelente trabalho desempenhado, em conjunto, com os prefeitos. A luta por uma região forte continua”, pondera o prefeito de Criciúma.

Acessibilidade

A sede da Amrec, localizada no bairro Milanese em Criciúma, ganhou um elevador, teve um banheiro adaptado e ampliou a sala de reuniões conhecida como plenarinho de 20 para 40 lugares, no total de 49,30m² de área construída, com um custo aproximado de R$ 200 mil, incluindo as taxas de fiscalização.

O presidente da Amrec disse que a obra é importante para melhorar o acesso ao prédio, já que o primeiro piso só era feito pela escada. “A Amrec atende as prefeituras e precisa dar o exemplo. Que a obra sirva de inspiração até para iniciativa privada. A questão não é só as pessoas que usam cadeira de roda, mas a população com a mobilidade reduzida. Afinal nossa população está envelhecendo”, afirma Alemão.

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