Retrospectiva 2018: Na política, “Onda PSL” invade o país

Eleitores evidenciaram nas urnas o pedido por mudança. Com isso, responsabilidade dos eleitos é ainda maior

Imagem ilustrativa | Foto: Lucas Colombo/DN
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Criciúma

O pedido por mudança no cenário político e econômico do país foi escancarado nas urnas nas Eleições 2018. Como já era imaginado, o nome de Jair Bolsonaro puxou a chamada “Onda PSL”, elegendo diversos nomes até mesmo desconhecidos do meio. Entre eles, o do próprio governador de Santa Catarina, Carlos Moisés, que tem pela frente desafios ainda maiores pela inexperiência no comando da máquina pública.

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Conforme o colunista político João Paulo Messer, esse tipo de fenômeno acaba “arrastando” muitas pessoas e abalando aqueles que possuem “raízes mais profundas na política”. “O ano de 2018 fica marcado como a alvorada do povo, numa referência à ascensão do capitão Bolsonaro e uma tropa unida das forças militares que chegaram ao Poder. Alvorada porque o povo cansado de ouvir que se soubesse a força que tem mudaria tudo o que estava aí, ouviu, acreditou e levou essa fé, mesmo que de forma cega, às urnas. Foi um tsunami, como muitos definiram o que aconteceu”, analisa.

Para a também colunista política Karina Manarin, a eleição de Jair Bolsonaro marca a história do país, com uma campanha impulsionada pelas redes sociais, com poucos segundos na TV, e alinhada com o pedido da população. “O discurso do presidente eleito encontrou um povo cansado de pagar a conta e sedento de soluções. Por isso, a responsabilidade do presidente aumenta. Bolsonaro terá como principal desafio a possibilidade de ter que assumir medidas impopulares, e o enfrentamento aos adversários, que perderam a eleição, mas mesmo antes de ele assumir já demonstram que não pretendem facilitar seu governo”, avalia.

Confira a reportagem completa na edição de Ano-Novo do jornal Diário de Notícias. 

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Por: Suelen Bongiolo
Em: Criciúma

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