Eleições 2018: siglas tradicionais perdem representatividade

Por outro lado, partidos novos e alguns até então desconhecidos, surgem principalmente movidos pelo cenário nacional

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Marciano Bortolin

Criciúma

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O novo momento vivido na política nacional respingou também em Santa Catarina. Um dos fatos que provam isso é a composição da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) e os deputados federais eleitos pelo Estado.

Em atividade desde 1998, mas sem representatividade em Santa Catarina, a principal novidade é a expressiva votação do PSL, partido de Jair Bolsonaro, que saiu de nenhum, para seis representantes na Alesc. Ainda no embalo da mudança, “a onda laranja”, do Partido Novo, de João Amoêdo, que teve bom desempenho na disputa pela Presidência da República, também atingiu o Estado. A sigla, criada em 2015, elegeu um representante na Câmara dos Deputados.

Por outro lado, partidos tradicionais perderam cadeiras. Exemplo é o PSD, que tem Gelson Merisio na disputa do segundo turno do Governo do Estado. De nove vagas na Assembleia, caiu para cinco. Já o MDB, que não conseguiu colocar Mauro Mariani na disputa do próximo dia 28, perdeu uma cadeira: de 10 caiu para nove, mas continua sendo a bancada com a maior representatividade.

Confira a reportagem completa na edição do Diário de Notícias desta quarta-feira, dia 10.

 

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Por: Marciano Bortolin
Em: Criciúma

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