Município garante não realizar Binário Central

Moradores do bairro Pio Corrêa, contudo, realizam abaixo-assinado contra o estudo apresentado pela Prefeitura

Foto: Angelica Brunatto/DN
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Criciúma

As possíveis alterações no trânsito no bairro Pio Corrêa, em Criciúma, foram debatidas durante Audiência Pública, realizada na noite desta quarta-feira, 4. Através da secretária de Infraestrutura, Kátia Smielevski, o Município afirmou que não possui planos para realizar a obra do Binário Central. Entretanto, há a intenção de realizar o prolongamento da rua Casemiro de Abreu , para que haja a união com a Ézio Lima.

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O objetivo desta abertura, segundo Kátia, é poder dar mais opções aqueles que utilizam o trânsito no bairro. Para isso, contudo, foi necessário a desapropriação de um terreno entre as ruas. “Não há um projeto do Binário Central, é apenas um estudo, que foi contratado pela Prefeitura entre 2013 e 2014”, salienta a secretária.
Para a realização desta obra, foi angariado, através de verbas parlamentares, o valor de R$ 900 mil. Entretanto, o dinheiro tem que ser utilizado até agosto, de acordo com a Caixa Econômica, sob perigo de o Município perder a verba.

Por outro lado, a comunidade é relutante. Os moradores temem que a abertura da rua possa gerar mais tráfego, e principalmente, trazer o fluxo de veículos pesados para a região das escolas do bairro. Somente o Colégio Marista, por exemplo, gera um fluxo de mais de mil carros diariamente e, de acordo com os próprios alunos, a situação piora em dias de chuva.

O diretor do colégio, José Carlos Pereira, explica que a comunidade escolar não é contra o desenvolvimento, mas pede que as coisas sejam feitas dentro das leis e assegurem a segurança aos alunos, professores e funcionários. “Este problema é extra muros. Solicitamos que o Ministério Público realize um inquérito civil para averiguar toda esta situação”, aponta.

A matéria completa você confere na edição impressa do Diário de Notícias desta quinta-feira, 5

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