Campanha da Fraternidade 2019 é apresentada

Tema da campanha é "Fraternidade e Políticas Públicas" e lema "Serás libertado pelo direito e pela justiça"

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Nas noites de 11 e 13 de dezembro, a Diocese de Criciúma promoveu o estudo sobre a Campanha da Fraternidade 2019, cujo tema é “Fraternidade e Políticas Públicas” e lema “Serás libertado pelo direito e pela justiça” (Is 1,27). O primeiro encontro reuniu as paróquias do Núcleo Sul da Diocese, na Paróquia Nossa Senhora da Oração, em Turvo, e o segundo, as paróquias do Núcleo Norte, na Paróquia Santa Bárbara, em Criciúma. Cerca de 270 pessoas participaram da atividade. “Estimular a participação em políticas públicas, à luz da Palavra de Deus e da Doutrina Social da Igreja, para fortalecer a cidadania e o bem comum, sinais de fraternidade” é o objetivo geral desta edição da CF, cujo tema foi escolhido, ainda em 2015, pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. Sob os métodos “ver” e “julgar”, Juliano Carrer, Hélio Furlan e Marcos Tramontin anteciparam o conteúdo proposto para reflexão e ação aos participantes, que voltarão a se reunir no dia 09 de fevereiro, das 08h ao meio dia, na Fundação Shalom, em Linha Batista.

A Campanha da Fraternidade 2019 tem como objetivos específicos:

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·         Conhecer como são formuladas e aplicadas as políticas públicas estabelecidas pelo Estado brasileiro.
·         Exigir a ética na formulação e concretização das políticas públicas.
·         Despertar a consciência e incentivar a participação de todo cidadão na construção de políticas públicas em âmbito Nacional, Estadual e Municipal.
·         Propor políticas públicas que assegurem os direitos sociais aos mais frágeis e vulneráveis.
·         Trabalhar para que as políticas públicas eficazes de governo se consolidem como políticas de Estado.
·         Promover a formação política dos membros de nossa Igreja, especialmente dos jovens, em vista do exercício da cidadania.
·         Suscitar cristãos católicos comprometidos na política como testemunho concreto da fé.

O grupo pode compreender, de maneira breve, as atribuições dos poderes públicos Judiciário, Executivo e Legislativo, bem como os tipos de políticas públicas de estado e de governo. “O enfoque, na CF 2019, concentra-se no conjunto das políticas públicas de estado, cuja Constituição Federal de 1988, estabeleceu papel ao poder executivo federal. A prioridade será nas Políticas Sociais”, ressaltou Carrer, que enfatizou a importância da presença nos espaços de participação cidadã, a fim de fazer ouvir as necessidades da população, como audiências públicas, conselhos de políticas públicas ou de direitos, conferências, fóruns, reuniões, movimentos sociais e organizações da sociedade civil.

Após a fala de Carrer, foi a vez da contribuição de Hélio Furlan, que apresentou o momento do julgar/discernir, com aspectos históricos narrados pela Bíblia, no Antigo e Novo Testamentos, sobre o direito e a justiça, e apontou os princípios da Doutrina Social da Igreja, sobre a participação, cidadania e bem comum. Furlan trouxe à luz algumas perguntas que devem ser frequentes na vida do cristão e cidadão, para que se enxerguem, hoje, os sinais dos tempos que apontam onde estão faltando políticas públicas. “Naquela época, os governantes tinham que fazer aquilo que era justo e os profetas cobravam isso. Precisamos escutar o Deus no chão, não um Deus nas alturas! As leis devem ser feitas para garantir a justiça e não os privilégios de poucos”, lembrou.

Como compromisso para o próximo encontro, no dia 09 de fevereiro, que tratará sobre o “agir” na Diocese, as paróquias receberam um questionário para o levantamento do diagnóstico diocesano sobre a realidade social. Em tempo, as comunidades paroquiais deverão remetê-lo à Cúria Diocesana, para apresentação e elaboração de ações concretas para a verdadeira vivência da CF. Os participantes são convidados, ainda, a aprofundar o estudo sobre o texto base e assistir ao DVD da CF.

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Por: Marciano Bortolin
Em: Criciúma

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