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Tiago Monte

Criciúma

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A continuidade do técnico Mazola Júnior no comando do Tigre parece estar cada vez mais distante. E a questão financeira é preponderante nesta decisão. Durante a reunião do Conselho Deliberativo do clube, realizada na noite de sexta-feira, na Associação Empresarial de Criciúma (Acic), o presidente Jaime Dal Farra comentou sobre o alto percentual que o treinador teria pedido de aumento. “70% de aumento: é muita coisa! Estamos vendo os dois lados. É muito aumento para fazer uma campanha igual a do Petkovic, em 2015, quando eu cheguei”, disparou o mandatário carvoeiro.

Ao final do encontro, o diretor de futebol, Nei Pandolfo, atendeu a imprensa e se limitou a dizer que a negociação está “um pouco difícil”. “Estamos aguardando e vamos ver se a gente consegue finalizar essa situação com o Mazola. Positivamente ou não. Precisamos finalizar isso e a ideia é que para início da semana a gente já tenha isso definido”, comentou.

Pandolfo não confirma o percentual, mas afirma que o clube tem alguns padrões para seguir e não pode fugir muito da questão orçamentária. “Estamos nessa discussão. Eu não vou falar sobre a questão financeira, porque é algo muito pessoal e pertence aos profissionais envolvidos. Então me reservo no direito de não falar sobre valores para não expor o clube e nem o profissional”, enfatizou.

A busca por um “plano B”

Com a dificuldade em renovar com Mazola, a diretoria do Criciúma começa a trabalhar em um “plano B”. Embora ainda não haja nomes especulados, Pandolfo admite que a diretoria começou contatos com outros treinadores. “Ao mesmo tempo, estamos no mercado buscando outras possibilidades, porque a gente não pode ficar sem o plano B. Temos que continuar trabalhando”, afirmou.

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