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Tiago Monte

Criciúma

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As promoções nos valores de ingressos para os últimos jogos do Criciúma na Série B deste ano, quando o time sofria sérios riscos de rebaixamento para a Terceira Divisão, auxiliaram a média de público do clube a elevar, em relação a 2017. Neste ano, no Brasileirão, 3.083 torcedores estiveram no Majestoso, em média, por partida. Enquanto, no ano passado, o número era de 2.881. Nas últimas temporadas, convencionou-se chamar o público que comparece no estádio Heriberto Hülse de “os três mil de sempre”.

Bem diferente do que acontecia em 2015 e 2016, os primeiros anos do clube na Série B, após a mais recente queda de divisão. Há três anos, a média de comparecimento nas arquibancadas e cadeiras do Majestoso foi de 4.616 torcedores, enquanto em 2016, a média caiu, mas ainda assim superou os quatro mil torcedores: 4.080.

O maior público do Criciúma, em 2018, na Série B, aconteceu exatamente no último jogo do ano: 8.271 torcedores estiveram empurrando o time contra o Sampaio Corrêa, para ajudar na indigesta missão de livrar o clube do rebaixamento para a Série C. Vale lembrar que, nesta partida, os ingressos custavam 5 reais. O pior público na competição nacional foi registrado na partida contra o São Bento, em 30 de junho: 1.946 torcedores estiveram no Heriberto Hülse naquele sábado.

A renda média por partida é de R$ 57.475,00 e não cobre os custos totais de abertura do estádio. “Temos, em média, um prejuízo de 30 mil reais por jogo em casa. Os custos são muito altos, por isso precisamos de um número maior de sócios”, comentou o presidente, Jaime Dal Farra, na última reunião ordinária do Conselho Deliberativo do clube.

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