Tigre no sistema “árvore de natal”

O 4-3-2-1, quando visto de cima, forma a imagem de um pinheiro

Foto: Fernando Ribeiro/CriciúmaEC
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Tiago Monte

Criciúma

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O 4-3-2-1, quando visto de cima, forma a imagem de um pinheiro. A base é larga e formada pelos quatro defensores. Os setores mais avançados têm menos integrantes, o que “afina” o desenho até chegar a ponta, o centroavante. Daí, o consagrado apelido do sistema: “árvore de Natal”.

Esse esquema pode servir como alternativa ao 4-3-3, com variação ao 4-1-4-1. Com dois meias de origem atuando pelos flancos — Luiz Fernando e Élvis —, há a tendência da movimentação em direção ao centro do campo, que os levaria à região da intermediária e abriria espaços para a passagem dos laterais.

Quando o chamado “winger” — jogador destacado a ocupar o lado do gramado — não se desloca para longe de sua posição original, o avanço do lateral fica prejudicado. Há sempre um companheiro na região do campo que ele deseja chegar, e a projeção do homem de trás torna-se inútil.

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