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Tiago Monte

Criciúma

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Extrovertido e bem humorado, o empresário Gilson Pinheiro foi apresentado, nesta segunda-feira, como novo diretor de futebol do Esporte Clube Próspera. Prestes a completar 60 anos, o dirigente diz que está realizando um sonho. “Ao invés de pegar um pouco de dinheiro que eu guardei e ir para os Estados Unidos, Europa, morar em Lisboa por três meses, que era o meu objetivo nesse ano, já que as minhas empresas estão super bem organizadas, eu me dei de presente o envolvimento com o futebol. Eu não vou receber nada para participar do Esporte Clube Próspera, eu vou pagar. Esse é um sonho da minha vida: participar do futebol”, comentou.

Ele terá como assessor direto, Clóvis Marcelino. Como Pinheiro é sócio em sete empresas e reside em Florianópolis e Porto Alegre, Marcelino será o responsável por seguir no dia a dia do clube, sempre se reportando ao diretor. O presidente do Próspera, Dorval Arriola Rodrigues, diz que a data ficará marcada na história do clube. “É claro que existem muitos entraves, barreiras e desafios pela frente. Enfrentar um campeonato profissional não é fácil, mas estamos preparados. O Gilson é um vencedor. Empresário natural de Criciúma, filho de mineiro – o que é importante – e se soma à história do Esporte Clube Próspera”, comentou.

O desafio de reformar o Mário Balsini

A principal pendência para que o Time da Raça possa disputar a Série C do Campeonato Catarinense, ainda neste ano, é a reforma do estádio Mário Balsini. Gilson trata a obra como objetivo número um para o clube. “Isso para que a gente possa ter o alvará do Corpo de Bombeiros, Vigilância Sanitária e Polícia Militar. Sem esses três alvarás não vai ter futebol. Liguei para o presidente da Federação, o Rubinho Angelotti, e ele disse que o Próspera não tem mais dividas, mas tem o problema do estádio, tem que fazer as melhorias, senão não conseguirá jogar”, explicou.

O novo diretor também vai colaborar financeiramente para que a reforma aconteça mais rapidamente. “Sou engenheiro de formação, trabalho na área de construção civil, comigo trabalham 10 engenheiros. Então, eu sou obrigado a ajudar, senão não vou realizar meu sonho. Esta é a primeira grande dificuldade do Próspera a ser vencida. Chegar no dia 7 de maio com o campo em condições mínimas de poder receber um jogo de futebol. Nesse momento, o nosso foco é na reforma do estádio”, explicou.

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