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Suelen Bongiolo
Criciúma

Com blocos de montar coloridos, as crianças dos 32 Centros de Educação Infantil (CEIs) da Associação Feminina de Assistência Social de Criciúma (Afasc) passam a aprender se divertindo. As peças lúdicas foram entregues ao longo do ano pelo projeto Brinquedo Educativo, promovido pelo Sindicato das Indústrias Plásticas do Sul Catarinense (Sinplasc), com a parceria da Satc e outras entidades. Nessa sexta-feira, 30, foi a vez do CEI Lapagesse ser contemplado, encerrando as doações do ano.

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Unindo a parte lúdica ao desenvolvimento dos pequenos, o projeto abrangeu quase 5 mil alunos apenas em 2018. “Desde março nós recebemos esse prêmio, esse presente para as crianças. Desde o início, temos trabalhado mobilizando as professoras para vários usos com eles, não só brincadeiras, mas a parte pedagógica também, pois os blocos estimulam a parte do raciocínio e a coordenação motora das crianças”, ressalta a coordenadora pedagógica do Departamento de Educação Infantil da Afasc, Andreza Dagostim.

Idealizada há cinco anos e certificada desde 2017, a iniciativa distribui 25 mil kits de brinquedo gratuitamente a creches e escolas, oportunizando novas experiências às crianças. “O projeto é fantástico. Ele começou em 2013, pelo sindicato, com o envolvimento das empresas e depois com a parceria do curso de Engenharia Mecânica da Satc, que produz as pecinhas. A finalidade dele é que as crianças comecem a desenvolver o raciocínio lógico, as aptidões e que comecem a ter um senso de criatividade”, destaca o presidente do Sinplasc, Reginaldo José Cechinel.

A concepção do brinquedo, a fabricação do molde e o processamento do polímero ficam a cargo de acadêmicos da Satc, que conseguem colocar na prática os ensinamentos aprendidos no curso. “É muito importante que o nosso aluno desenvolva algo dentro da academia e que o fruto do trabalho vá para a sociedade. E, através desse projeto, conseguimos beneficiar as escolas e crianças. Os alunos ganham na parte de pesquisa e desenvolvimento, as indústrias também ganham e todo o fruto desse trabalho resulta nessas peças”, pontua o professor do curso de Engenharia Mecânica da instituição, Alexandre Milanez.

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Por: Suelen Bongiolo
Em: Criciúma

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