Um ano depois, os reflexos da Reforma Trabalhista

Desde que as alterações na CLT entraram em vigor, em 11 de novembro de 2017, número de processos ingressados na Justiça diminui e geração de empregos apresenta variação

Foto: Lucas Colombo/DN
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Criciúma

Exatamente um ano após entrar em vigor e modificar artigos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei nº 13.467/2017, que ficou conhecida como Reforma Trabalhista, contabiliza os reflexos produzidos na sociedade. Nesse primeiro ano em vigência, a nova legislação gerou impactos, principalmente, no número de processos ingressados na Justiça do Trabalho, na geração de empregos e nas negociações coletivas.

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Segundo dados da Secretaria de Comunicação Social do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 12ª Região, que corresponde a Santa Catarina, entre janeiro e outubro deste ano, o número de novos processos ajuizados caiu de 77,7 mil para 51,9 mil. A redução equivale a 33% no estado. Já em Criciúma, a queda foi de 44,4%, passando de 4,4 mil para 2,4 mil novos processos.

Geração de empregos ambígua

Um dos efeitos esperados pela Reforma Trabalhista era a geração de empregos no país. No entanto, o assunto ainda é um pouco ambíguo. Enquanto no Brasil a criação de novos postos de trabalho subiu quase 78% entre janeiro e setembro de 2018, em relação ao mesmo período do ano passado, em Santa Catarina o número só foi 18% maior.

No Sul do estado, apesar do saldo ter sido positivo neste ano, o total de vagas criadas foi 28% menor do que 2017, conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Mais detalhes na edição deste fim de semana do jornal Diário de Notícias. 

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Por: Suelen Bongiolo
Em: Criciúma

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