Santa Catarina tem maior índice de trabalhadores formalizados do país

Informalidade, porém, também avança, segundo dados do IBGE

Foto: Lucas Colombo/DN
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Santa Catarina mantém a taxa de desemprego em níveis moderados (6,2%) no terceiro trimestre de 2018 e permanece com o melhor desempenho do país, conforme aponta a pesquisa PNAD Contínua, divulgada nesta quarta-feira (14) pelo IBGE. O índice também está abaixo do resultado observado no terceiro trimestre de 2017 (6,7%) e no trimestre anterior (6,5%).

O número de trabalhadores formais, com carteira assinada no setor privado, chegou a 1,7 milhões de pessoas no 3º trimestre do ano. O comércio responde por 625 mil, contra 611 mil no 2º trimestre de 2018.

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“Apesar do aumento do número de trabalhadores sem carteira assinada no setor privado em Santa Catarina- de 226 mil para 228 mil do 2ª para o 3ª trimestre deste ano- também temos o maior percentual de trabalhadores formalizados do Brasil (88,4%). Portanto, a economia catarinense é robusta estruturalmente, mas ainda não se recuperou por completo da crise de 2015-2016”, pondera o presidente da Fecomércio SC, Bruno Breithaupt. Segundo o empresário, estes resultados positivos são fruto da diversificação econômica de Santa Catarina, que permite maior mobilidade do emprego e investimentos entre os diferentes setores.

De julho a setembro, o Estado contou com 3,5 milhões de pessoas empregadas e 236 mil desempregados. O número de desempregados caiu em 21 mil entre 2017 e 2018.

O Estado também se destaca nacionalmente na taxa composta de subutilização da força de trabalho -que agrega a taxa de desocupação, taxa de subocupação por insuficiência de horas e da força de trabalho potencial- que ficou em 11,2%, também a mais baixa no Brasil. O índice cresceu em relação ao trimestre anterior (10,9%). No Brasil, a taxa chegou a 24,2% no 3º trimestre de 2018, ou seja, 27,3 milhões de brasileiros.

O rendimento real médio do catarinense manteve-se estável no terceiro trimestre de 2018 na comparação com o mesmo período do ano anterior, mas subiu 0,7% em comparação com o segundo trimestre de 2018. Em termos absolutos, o valor chegou a R$ 2.420,00.

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