Chuvas atrapalham trabalhos na Usina de Asfalto

Diversos pontos de Criciúma apresentam necessidade de recapagem asfáltica, atrapalhando trânsito e causando prejuízos para motoristas

Foto: Lucas Colombo/DN
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Matheus Reis

Criciúma

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Mesmo que a licença ambiental de operação ainda não tenha sido dada, a Usina de Asfalto da prefeitura de Criciúma está, de acordo com a secretária de Infraestrutura, Planejamento e Mobilidade Urbana Kátia Smielevski, em pleno funcionamento. Contudo, diante das chuvas registradas no município nos últimos dias, o serviço se torna mais lento. Esta foi a resposta da secretária ao questionamento da demora em realizar a recapagem asfáltica em diversos pontos da cidade. A reportagem encontrou, na tarde de ontem, pelo menos quatro pontos em quatros bairros diferentes. Aqueles que encaram diariamente as estradas reclamam dos problemas enfrentados.

Roberto Martinello trabalha em uma revenda de carro na Avenida Luiz Lazzarin, um dos pontos com necessidade de recapagem. Segundo Martinello, a chuva não pode ser a explicação para problema, tendo em vista que os servidores da prefeitura já estiveram ali faz mais de 20 dias. “Com o corte na estrada, quem vem do Rio Maina em direção ao Centro só tem uma pista. Aqui a Avenida tem trânsito intenso de caminhões e eles precisam ir para a esquerda para desviar. Com isto, a fila se forma e é longa”, reclama.

Marco Aurélio, que também trabalha às margens da Luiz Lazzarin, relata que é comum ouvir os motoristas caindo no “buraco“ formado. Segundo ele, um de seus amigos furou o pneu no loca, o que acabou lhe trazendo grandes prejuízos. “Pior do que estar com aquela cratera aberta é saber que de dez que vem ‘trabalhar’, apenas dois fazem alguma coisa. É uma vergonha ver o nosso dinheiro sendo jogado assim no lixo”, acrescenta Aurélio.

Kátia explica que mesmo quando a chuva para e o tempo parece estar seco, não há como trabalhar. São necessários pelo menos dois dias porque, segundo ela, o pó de pedra está molhado. “Com a matéria prima para o asfalto molhada as máquinas ficam paradas. Hoje (ontem) não está chovendo. Se continuar assim até amanhã (hoje) já voltamos a trabalhar”, esclarece a secretária.

Confira os pontos com problemas encontrados pela equipe do DN na página 4 do Jornal Diário de Notícias desta terça-feira, 10

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