Dia do Bombeiro: desejo de ajudar ao próximo move comunitários

Através do trabalho voluntário, 60 pessoas auxiliam militares em Criciúma no atendimento a ocorrência

Foto: Lucas Colombo/DN
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A vontade de ajudar o próximo fez a arquiteta Gabriela Michels, de 25 anos, ingressar no Corpo de Bombeiros. Para entender o serviço prestado à comunidade, a jovem ingressou no curso de Bombeiros Comunitários e hoje atua no batalhão de Criciúma. “Faz quatro meses que ingressei e dependendo do mês faço mais do que as 24 horas necessárias”, expõe.

Às vezes, Gabriela está escalada para dar apoio aos bombeiros que atuam na ambulância e, outras vezes, auxilia no caminhão de combate a incêndios. Dentre as ocorrências que já foi destinada, uma envolvendo uma morte no Morro da Bananeira foi a mais marcante. “Nunca vamos preparados para a morte. Sempre temos a esperança de salvar águem”, pontua. Mesmo assim, a vontade de se tornar bombeira militar cresce a cada dia dentro dela. “A expectativa é que abra concurso no final do ano e já estou me preparando”, comenta.

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Próximos da comunidade

O batalhão de Criciúma conta com o apoio de 60 bombeiros comunitários, que se revezam para auxiliar nos trabalhos do dia a dia. “É um programa institucional de extrema importância, que traz o cidadão para junto de nós”, comenta o tenente Jihorgenes Luciano Borges, chefe da sessão de instrução. Segundo ele, novas turmas serão abertas neste ano e estão com as inscrições abertas. “Já possuímos mais de 100 inscritos para 35 vagas”, afirma.

Durante as ocorrências, os bombeiros comunitários são destinados a prestar apoio aos militares. “Eles trabalham conosco em todas as atividades, prestando apoio. Eles possuem noções de várias questões”, comenta.

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Em: Criciúma

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