Caso Ivonete: Falta de testemunhas muda data de audiências

Três pessoas são ouvidas em audiência de Instrução e Julgamento, porém resta outras duas, arroladas pela acusação, prestarem depoimentos

Foto: Renam Meinen/RICTV/Especial
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A fase de instrução e julgamento do caso Ivonete Mezzari Genuíno iniciou ontem no Fórum da Comarca de Araranguá. A audiência teve início por volta das 13h30min e durou cerca de seis horas.

Esta sessão foi destinada a ouvir testemunhas de acusação do delegado apontado como autor do crime, registrado em Balneário Arroio do Silva, e do agente de polícia julgado pela participação na morte. Das cinco pessoas esperadas para depor, apenas três falaram ao juiz titular da 1ª Vara Criminal de Araranguá, Guilherme Mattei Borsoi. Entre elas, dois policiais e um ex-companheiro da vítima.

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Dessa forma, uma nova audiência foi marcada para o dia 26, a fim de continuar a ouvir as demais pessoas arroladas pelo Ministério Público. As duas audiências que estavam marcadas para hoje e amanhã, a fim de tomar depoimentos da defesa dos réus, foram canceladas.

Fase termina em julho

As testemunhas de defesa dos réus deverão ser ouvidas em audiências marcadas para julho. Só após todos serem ouvidos é que os depoimentos do delegado e do agente de polícia podem ser tomados, a fim de que o Judiciário possa dar seguimento ao processo.

Ivonete foi encontrada morta no próprio carro, alvejada na cabeça em Balneário Arroio do Silva. O crime ocorreu em fevereiro de 2012, contudo não havia tido nenhum desdobramento até o final do ano passado. As investigações seguiam em sigilo pelo Ministério Público, até que em dezembro a denúncia contra os réus foi oferecida. O delegado, que é pai da filha da vítima, encontrada no carro ao lado da mãe sem vida, é apontado como autor dos fatos.

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Em: Araranguá

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