TRE absolve prefeito e vice de Araranguá

Mariano Mazzuco Neto (PP) e Primo Menegalli Junior (PR) recebem apenas o voto contrário do relator, tendo o mandato assegurado por 1x6

Foto: Reprodução/DN
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Bruna Borges

Araranguá

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O Pleno do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) continuou na tarde desta quarta-feira, 30, em Florianópolis, o julgamento iniciado no último dia 21, com relação ao processo que pede a cassação de diploma do vice-prefeito de Araranguá, Primo Menegalli Junior (PR), por captação ilícita de sufrágio. O relator do processo, juiz Wilson Pereira Junior, foi o único a votar pelo provimento do recurso ingressado pelo Ministério Público Eleitoral, para que o diploma fosse cassado, além da aplicação de multa. Ainda na avaliação do magistrado, a decisão também deveria atingir o mandato do prefeito Mariano Mazzuco Neto (PP) por “arrastamento”.

Os outros cinco juízes votaram pela absolvição, alegando que não havia provas robustas suficientes para afastamento dos eleitos e novas eleições no município, principalmente pelo fato de a chapa ter recebido número expressivo de votos, pouco mais de 20 mil.

Entenda o caso:

O resumo da história é de que o agora vice-prefeito, Primo Menegalli Junior, na época da campanha eleitoral, em setembro de 2016, participou de um culto na casa de um eleitor, no qual foram cerca de 20 pessoas e, dias depois voltou na casa deste eleitor e deu R$ 500 a título de ajuda para que o morador consertasse o telhado. O que aconteceu, de fato, não ficou claro durante o julgamento, já que os depoentes mudaram as versões no decorrer do processo.

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