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Tiago Monte

Criciúma

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O Sindicato dos Servidores Públicos (Sisep), de Criciúma, reunirá os funcionários do município amanhã para discutir as ações que serão tomadas caso haja parcelamento no salários dos servidores públicos. “Nós vamos trabalhar e trabalhando queremos receber. Quem se propõe a sentar na cadeira de prefeito tem que pagar. Salário é algo sagrado”, disse Jucelia Vargas de Jesus, presidente do Sindicato dos Servidores Públicos (Sisep) de Criciúma, em entrevista à rádio Difusora.

Jucélia enfatiza a importância dos serviços públicos.“Nós gostaríamos que o ano não começasse com conflito. Queremos ser parceiros, com diálogo. Mas, se isso não for possível, a população é quem vai ser prejudicada. Só tem médico, enfermeiro, professor e serviço para a população porque o servidor põe a mão na massa. O mínimo é que a gente exige é respeito”, destacou.

Uma paralização e estado de greve não são descartadas pela presidente do Sindicato. “Nós temos vários instrumentos de luta e a paralisação é uma delas. Nós não queremos que ocorra. Vamos aguardar o pagamento o no dia primeiro, se não ocorrer, vamos ver o que fazer”, informou.

No mês de janeiro, pela primeira vez em 30 anos, o salário dos servidores públicos de Criciúma foi parcelado. Jucélia espera que a situação não se repita. “Não sei como ele vai fazer para pagar. Isso não é problema meu. É dele. É nosso papel, do sindicato, cobrar os direitos do servidor”, finalizou.

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