Trabalhadores protestam em frente ao São João

Manifestação foi motivada por assédio moral sofrido por técnicos de enfermagem da instituição hospitalar. Ato segue até o início da tarde desta quarta-feira, 8

Foto: Divulgação/Sindisaúde
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Suelen Bongiolo
Criciúma

A quarta-feira, 8, começou com protesto em frente ao Hospital São João Batista, em Criciúma. O Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Saúde de Criciúma e Região (Sindisaúde) realiza uma manifestação em frente à entidade, devido a um assédio moral sofrido por técnicos de enfermagem que trabalham na instituição. Faixas e cartazes foram pendurados perto da entrada do local, para chamar a atenção sobre o caso.

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Segundo o presidente do Sindisaúde, João Batista Martins Estevam, o assédio moral foi cometido por um membro da diretoria e causou indignação na classe. “Um dos diretores do hospital fez a seguinte fala aos técnicos de enfermagem, dizendo que o salário que ele paga para esses trabalhadores não vale o papel higiênico que ele utiliza na casa dele”, relata.

O protesto segue até o início da tarde, após a troca de turno. A reportagem tentou contato com representantes do Hospital São João Batista, mas ainda não obteve êxito.

Problema também no HRA

Além do problema com a instituição de Criciúma, o Sindisaúde também toma providências com as dificuldades enfrentadas por trabalhadores do Hospital Regional de Araranguá. A instituição não efetuou os pagamentos previstos para a terça-feira, 7, e promete que o salário deve ser efetuado nesta quarta-feira. Entretanto, o sindicato já organizou quatro assembleias com os funcionários, para definir encaminhamentos ao assunto. “Será uma hoje, às 19 horas, e amanhã às 7 horas, às 13 horas e às 19 horas, para abranger todos os turnos. Mesmo que o salário seja pago hoje, vamos definir para, caso esse atraso no pagamento se repita e o 13º não for cumprido, ocorrer uma paralisação a partir do quinto dia útil do próximo mês”, explica Estevam.

Caso os salários não sejam pagos nesta quarta-feira, a paralisação pode acontecer depois de 72 horas após a formalização das quatro assembleias.

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Por: Suelen Bongiolo
Em: Criciúma

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