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Bruna Borges
Cocal do Sul

 

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O aumento expressivo no número de mulheres que fazem programa na Rodovia Maximiliano Gaidzinski (SC-108), percebido desde o final do ano passado, tem preocupado não só os moradores do bairro Jardim das Palmeiras, que foram recentemente à Câmara de Vereadores pedir providências quanto à utilização dos abrigos de ônibus, mas também as próprias profissionais do sexo. A reportagem do Diário de Notícias percorreu a rodovia no início da tarde de ontem e conversou com uma delas. “Tem gente agenciando meninas. Trazem elas de fora. E estão ocupando o nosso lugar”, reclama a moça, natural de Araranguá.
O problema, segundo a garota, é que, além de virem de outras cidades, muitas das meninas são menores de idade. “Os clientes estão nos contando isso. Tem uma que é de Tubarão. Outras são de Araranguá. Elas vêm de ônibus e os agenciadores, dois travestis, pegam elas na rodoviária e trazem para Cocal. Penso que a rodovia é pública, então eles não podem cobrar uma taxa pelo trabalho delas. Além disso, se a mulher é de maior, é diferente. Já pensamos em denunciar, mas vão saber que somos nós. Ficou bem ruim de trabalhar aqui depois que começou o agenciamento e os clientes querem é as novinhas”, comenta, dizendo que nunca viu qualquer tipo de fiscalização no local.

Confira a matéria completa na edição desta terça-feira no Diário de Notícias

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