Promotor Alex Cruz faz palestra na Satc sobre ética

Pequenos atos, como "furar uma fila" ou praticar "cola" em prova, são práticas simples que nos tornam antiéticos

Foto: Divulgação/DN
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Criciúma

Os estudantes do terceirão da Satc receberam nesta quinta-feira, 27, uma palestra sobre Ética e Corrupção. O promotor de Justiça Alex Sandro Teixeira da Cruz falou no Auditório I para seis turmas. A palestra tratou sobre assuntos da atual conjuntura política, relacionados aos atos cotidianos que realizamos.
Cruz tratou sobre a busca da felicidade, associando ensinamentos éticos ligados aos pensadores gregos, como Aristóteles. “Nós só somos verdadeiramente felizes quando conseguimos conquistar as nossas virtudes. O ser humano feliz é um ser humano virtuoso”.
O promotor explicou que a idade em que os jovens se encontram define o seu próprio caráter. “Vocês estão na idade de formação da personalidade, e a ética serve de muralha para o que nós falamos, fazemos e em que nós nos espelhamos”.

Práticas antiéticas

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Pequenos atos, como “furar uma fila” ou praticar “cola” em prova, são práticas simples que, segundo Cruz, nos tornam antiéticos. “No momento em que praticamos, nos achamos inteligentes, porém se pararmos para pensar em longo prazo não fomos espertos”. Ainda pontuou sobre a diferença entre estelionato e a “cola”. “O estelionato significa lograr alguém e se beneficiar disso, a cola é a mesma coisa. E o maior prejudicado é a pessoa que fez isso”, afirmou.

Visão dos estudantes

Para Mateus Silva de Assis, da turma 3001, esse assunto desperta outra visão nos estudantes. “Precisamos olhar as nossas atitudes, muitas vezes nos passa desapercebido certos atos errados que a gente pratica. Nos prendemos aos grandes atos de corrupção, porém a única diferença é o tamanho do ato”, avaliou o estudante.
A coordenadora de ensino do ensino médio, Adriana Just, afirmou que o principal objetivo da conversa é a reflexão do aluno. “Muito se fala do outro, mas poucas vezes nós percebemos como são os nossos atos. A ética em questão ao ser humano, o ato deles enquanto estudantes, filhos e colegas são fatos que devem ser pensados e tratados na escola”, pontuou.

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