Morro da Fumaça: caminhões pipa trabalham no limite

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Para quem possui casa ou estabelecimento comercial em ruas não pavimentadas de Morro da Fumaça a poeira  continua sendo um problema. Portas e janelas fechadas para evitar o acúmulo de pó nos móveis e carros sempre sujos.

Moradora da Mina Visconde, Taíse Rosa reclama que há muito tempo os caminhões não passavam mais pelo bairro e a situação é terrível. “Mesmo hoje passando duas vezes por dia não resolve”, desabafa ela.

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As reclamações são recorrentes porque os dois caminhões pipa do município estão sucateados e não dão conta do serviço. O prefeito Agenor Coral, o Noi, frisou que os veículos estão trabalhando o dia inteiro durante a semana e aos sábados, porém, estão velhos e não dão conta de manter as ruas molhadas. “Com as altas temperaturas as estradas secam muito rápido. Estamos fazendo o possível para atender a população, mas estamos trabalhando no limite”, disse ele.

O coordenador de Serviços da Intendência, Ricardo Pacagnan da Rocha conta que por estarem em más condições, os caminhões têm ido com frequência para o conserto. “São chassis trincados, pneus gastos, molas estragadas”, explica o coordenador.

O município tem mais de 80 km de estradas de chão, de acordo com  Coral, é impossível molhar todas em um único dia. O prefeito informa que a gestão está fazendo uma licitação para contratar os serviços.

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