IFSC comemora aniversário com inaugurações e ampliação

Novo bloco da instituição será construído a partir de fevereiro e deve ampliar o número de alunos e cursos

Foto: Thiago Oliveira
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Thiago Oliveira

Criciúma

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O Campus Criciúma do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) completou a programação de sete anos de fundação com a inauguração oficial da Usina Fotovoltaica e do Laboratório de Sistemas de Potência, além de ter dado o pontapé inicial para uma das suas mais importantes obras. A reitora Maria Clara Kaschny Schneider assinou o contrato para o início da construção do novo bloco.

Orçada em R$ 2,045 milhões, a obra irá ampliar o espaço em 1,2 mil metros quadrados. O Bloco D terá dois pavimentos e dez salas de aula, e permitirá o aumento no número de estudantes, dos atuais 1,2 mil para 2 mil alunos. “A obra inicia em fevereiro e a nossa expectativa é que em fevereiro de 2019, os alunos já estejam em sala de aula utilizando este bloco”, adianta a reitora.

Usina Fotovoltaica

O ato também inaugurou espaços que devem beneficiar tanto a instituição quanto os alunos. “A Usina Fotovoltaica tem vários aspectos positivos. Desde o econômico, na redução da fatura da energia elétrica que permite que desloquemos esses recursos para outros investimentos, e também tem um apelo ambiental muito forte, visto que ela produz energia a partir da luz solar. Além disso ainda tem o apelo tecnológico, e ter essa usina instalada no campus representa também mais uma possibilidade de conhecimento sobre uma tecnologia que já está presente e se consolidará cada dia mais”, destaca o diretor Geral do campus Criciúma, Lucas Dominguini.

A Usina Fotovoltaica já funciona desde outubro, e conta com 225 paineis solares instalados no telhado do campus, além de cinco inversores, e uma capacidade de gerar 8.400kwh por mês, o equivalente ao consumo de 35 unidades residenciais. A expectativa é que reduza os gastos com energia em 40%, o que corresponde a R$ 70 mil ao ano.

Inaugurações

Além da Usina Fotovoltaica, também foram inaugurados o Laboratório de Sistemas Elétricos de Potência (SEP) e o Laboratório de Processos Químicos. O primeiro é uma rede didática de alta tensão e de baixa tensão multiplexada, doada pela Cooperativa Fumacense de Eletricidade (Cermoful), de Morro da Fumaça. Instalados na área frontal do campus, os postes que simulam uma rede elétrica beneficiarão principalmente os alunos do curso técnico em Eletrotécnica e de cursos de qualificação profissional.

“A escola forma profissionais que atuarão nesta área, que é a distribuição de energia. A nossa contribuição da rede irá ajudar na demonstração para esses futuros profissionais”, destaca o engenheiro eletricista da Cermoful, Adelcio Cavagnoli.

Já o Laboratório de Processos Químicos reúne uma série de equipamentos que simulam processos produtivos industriais, auxiliando a formação dos alunos dos cursos ligados à química. O investimento foi de cerca de R$ 250 mil.

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Em: Criciúma

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