Dia Mundial do Câncer: Os caminhos trilhados por quem enfrenta a doença

O dia 4 de fevereiro é voltado à conscientização sobre os desafios de quem precisa encarar essa realidade

Foto: Arquivo pessoal/Patrícia Cesconetto
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Criciúma

Lidar com a notícia e com o tratamento de algum tipo de câncer não é um desafio fácil a ser encarado, mas, diariamente, verdadeiros guerreiros e guerreiras enfrentam os obstáculos. Este sábado, 4, é uma das datas voltadas a destacar o tema e promover a conscientização. Criado em 2005 pela União Internacional para o Controle do Câncer (UICC), o Dia Mundial do Câncer segue o conceito “Nós podemos. Eu posso”, que pretende mostrar como todos podem ajudar a reduzir os impactos por ele causados, além de oferecer mais informações a quem passa por esse processo.

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Desde a descoberta até a cura, o caminho percorrido pode ser longo. O importante, é a identificação rápida do tumor e o tratamento adequado. Para a trabalhadora doméstica Adriana de Souza Vicente, de 45 anos, alguns sinais manifestaram um nódulo, mas ela não associava à doença. “Entre março e abril começou a aparecer um tipo de água no mamilo. Mas usei uma pomada e sarou. Depois voltou, passei a pomada e sarou de novo. E foi indo, até que não sarou mais. Aí fui procurar um médico e, na semana em que fui me consultar, senti uma bolinha no seio”, explica.

Já para a costureira Patrícia Cesconetto, de 34 anos, o nódulo poderia até ter sido identificado antes, se não fosse por um erro médico. “Em agosto fui à ginecologista e no exame de toque ela constatou um carocinho. Fiz o exame e o outro médico disse que era um cisto, que não precisava me preocupar. Com o tempo começou a aumentar e eu não dei muita bola Aí comecei a me tocar e achei um carocinho, foi quando marquei um ultrassom”, explana.

 

Confira a reportagem completa na edição deste fim de semana do jornal Diário de Notícias.

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Por: Suelen Bongiolo
Em: Criciúma

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