Dedicação aos amigos de quatro patas

Criada recentemente, a ONG Vida de Cão, de Morro da Fumaça, atua na proteção de animais abandonados ou vítimas de maus-tratos

Voluntário cria caminhas com pneus e papelão, para abrigar os cães de rua / Foto: DN
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Suelen Bongiolo
Morro da Fumaça

Dedicar tempo, atenção e carinho aos animais de rua exige, muitas vezes, um grande esforço. Mas a recompensa para quem pratica essa boa ação vem em forma de amor incondicional e gratidão visível nos olhos desses anjos de quatro patas. É assim, por amor à causa, que a Organização Não-Governamental (ONG) Vida de Cão, de Morro da Fumaça, atua no município. Formado por aproximadamente 20 voluntários, o grupo trabalha na proteção e resgate de cachorros abandonados ou vítima de maus-tratos.

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Apesar da ONG ter sido registrada oficialmente há apenas dois meses, o trabalho junto aos animais de rua já vem de longa data. “Nós resgatamos os cães, castramos os que foram abandonados. São ‘N’ situações que enfrentamos”, destaca o presidente da Vida de Cão, Eduardo Costa.

Colaboração

Para motivar as pessoas a colaborarem, a ONG instalou caixinhas de troco solidário em estabelecimentos do município. O valor arrecadado com isso ajudará a cobrir os custos com a alimentação e a vacinação dos cachorros resgatados. Como não tem sede própria, a entidade ainda pede para a população oferecer lares temporários, para abrigar esses animais. Quem quiser contribuir de alguma forma, pode entrar em contato via Facebook, por meio da página “ONG Vida de Cão”.

Pequenos gestos, grandes diferenças

Um exemplo dessa dedicação aos “amigos de quatro patas” vem de Rafael Bertan, proprietário de um estabelecimento comercial no Centro de Morro da Fumaça. Com caminhas feitas com pneus e papelão, ele abriga e cuida de vários cães de rua. A atitude se repete a cada ano, especialmente no inverno, época em que esse tipo de proteção é ainda mais necessário.

Segundo Bertan, em média, há sempre cinco ou seis cachorros nas caminhas ou em frente ao estabelecimento. Todos recebem um nome, ganham alimento e água e são levados para a castração, arcada por ele mesmo. “É algo voluntário. Faço na medida do possível. Podia até fazer mais, mas é limitado. Só que o que eu faço é por eles. Acho que eles até pressentem, porque acabam ficando por aqui”, comenta.

Confira a reportagem completa na edição desta terça-feira, 26, do jornal Diário de Notícias.

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Por: Suelen Bongiolo
Em: Morro da Fumaça

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