Criciúma Construções faz balanço da recuperação

Entre os dados registrados, 70% dos débitos trabalhistas já foram quitados e mais de 40% dos empreendimentos foram transferidos e regularizados

Foto: Divulgação/João Pedro Alves
- PUBLICIDADE -

Criciúma

Após nove meses da aprovação do plano de recuperação judicial da Criciúma Construções pelos credores da empresa, o processo já começa a contabilizar resultados positivos. De acordo com os dados apresentados pelos responsáveis pela ação, mais de 40% dos empreendimentos do grupo já foram transferidos e regularizados.

- PUBLICIDADE -

Das obras da construtora, apenas uma parte continuará sob responsabilidade da mesma, enquanto as demais são passíveis de repasse. “Dentre todos os 92 empreendimentos, o Grupo Criciúma Construções vai executar os horizontais, que são os loteamentos, que somam 14. E dos 78 empreendimentos que restaram, mais de 40% deles já resolvemos”, explica o gestor judicial Zanoni dos Santos Elias.

Quanto aos débitos trabalhistas, a maior parte do valor já foi quitada nos últimos meses. “Já antecipamos um percentual na ordem de 70% desses créditos trabalhistas e pretendemos satisfazer o restante até o fim deste ano ainda, que é o prazo legal de 12 meses após a aprovação do plano de recuperação judicial”, acrescenta o gestor.

Os dados foram apresentados em uma prestação de contas realizada na tarde desta terça-feira, 19, na Associação Empresarial de Criciúma (Acic). Participaram do ato o gestor judicial Zanoni dos Santos Elias, o juiz Marciano Donato, o advogado Lucas Farias e o administrador judicial Agenor Daufenbach Júnior.

A reportagem completa sobre o assunto estará na edição desta quarta-feira, 20, do jornal Diário de Notícias. 

-- PUBLICIDADE --
Compartilhar
Por: Suelen Bongiolo
Em: Criciúma

NOTA: O DN Sul não se responsabiliza por qualquer comentário postado, certo de que o comentário é a expressão final do titular da conta no Facebook e inteiramente responsável por qualquer ato, expressões, ações e palavras demonstrados neste local. Qualquer processo judicial é de inteira responsabilidade do comentador.