Comunidade e Casan debatem instalação de ETE na Linha Batista

Mesmo que todos os aspectos positivos e negativos foram apresentados e detalhados, os moradores continuam apreensivos e contra a construção da estrutura no local

Foto: Angelica Brunatto/DN
- PUBLICIDADE -

Em audiência pública, o Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV) da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) a ser instalada na comunidade de Linha Batista, em Criciúma, foi apresentada. Mesmo que todos os aspectos positivos e negativos, bem como as medidas compensatórias a serem adotadas, foram apresentados e detalhados, os moradores continuam apreensivos e contra a construção da estrutura no local.

Algumas pessoas preocupam-se com a qualidade da água, já que aquela é uma região predominantemente agrícola. Morador da comunidade, Mauri Meira, também mostrou-se contrário à estrutura, principalmente preocupado com os impactos ambientais gerados pela ETE. “A ETE da Santa Luzia até hoje tem problemas com o cheiro e não tem solução”, salienta.

- PUBLICIDADE -

A questão do cheiro exalado com o tratamento do esgoto foi uma das principais questões debatidas na audiência pública. Conforme a Casan, medidas serão feitas para compensar o problema a ser enfrentado pela comunidade, como um sistema de controle e uma cortina vegetal. “A ETE da Santa Luzia tem uma tecnologia de 15 anos atrás. O esgotamento sanitário no Brasil mudou muito e as tecnologias se modificaram. A estação a ser construída aqui tem tecnologia de 2016”, pontua Vilmar Bonetti, superintendente regional sul da Casan.

A matéria completa na edição deste fim de semana do Diário de Notícias

Veja Imagens

-- PUBLICIDADE --
Compartilhar
Em: Criciúma

NOTA: O DN Sul não se responsabiliza por qualquer comentário postado, certo de que o comentário é a expressão final do titular da conta no Facebook e inteiramente responsável por qualquer ato, expressões, ações e palavras demonstrados neste local. Qualquer processo judicial é de inteira responsabilidade do comentador.