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Giovane Marcelino / Especial
Criciúma

 
A história de dona Margarete Corrêa, de 61 anos, já foi noticiada nas páginas do Diário de Notícias, mas o inevitável aconteceu no último sábado. Com a casa em que mora, no bairro Ana Maria, em condições precárias, parte do telhado desabou, onde fez com que a Defesa Civil interditasse o local. Margarete foi morar com o filho, mas sem condições financeiras, resolveu voltar para a casa, mesmo interditada, onde espera uma ajuda do poder público.

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De acordo com a moradora, não há condições para ela morar com o filho. “Ele e a esposa estão desempregados e o filho está doente. A casa é pequena e não tem como confortar quatro pessoas. Voltei para cá para lutar pelo espaço que construí”, falou.

A situação da casa é precária, além do telhado que caiu na parte da sala, o quarto onde ela dorme está com desnivelamento no forro, podendo ceder a qualquer momento. No banheiro, mais problemas: Rachaduras na parede impressionam pela espessura. “Já fiz dois empréstimos para arrumar a casa e hoje recebo pouco mais de R$ 600, não tenho mais condições. Espero que me ajudem”, enfatiza.

Em conversa com a Defesa Civil, o coordenador municipal, Valdonir Cândido, explicou que o órgão foi chamado está ciente do caso e que fez a interdição do local e que o retorno dela seria de sua responsabilidade. Foi informado também que o setor de habitação da prefeitura foi acionado e que já se trabalha para encaixar ela em algum programa para que ela seja beneficiada.

 

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